Quarta-feira, 17 de junho de 2026

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Futebol Câmera em uniforme de policial registrou suposta vítima de Daniel Alves chorando

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Jogador brasileiro fechou empresas no país europeu nos últimos anos. (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

Uma câmera de segurança acoplada ao uniforme de uma policial que atendeu a suposta vítima de Daniel Alves, em uma boate em Barcelona, registrou a jovem chorando inconsolavelmente ainda dentro da casa noturna, de acordo com informações do jornal catalão “El Periódico”. As imagens também mostram a mulher, de 23 anos, dando os primeiros “depoimentos” aos agentes. Na ocasião, ela disse que se sentia “envergonhada” e também “culpada” por ter aceitado entrar em espaço reservado onde estava o jogador. O brasileiro está preso desde a última sexta-feira por suspeita de agressão sexual.

Segundo o jornal, as imagens da câmera – acionada acidentalmente pela agente – mostram a jovem em “estado de nervosismo” e que já naquele momento assegura que foi vítima de uma agressão sexual por parte do brasileiro. Diferente de Daniel Alves, a jovem não mudou sua versão desde o dia 30 de dezembro, quando os os dois estavam na boate Sutton.

A jovem também repetiu na gravação que se sentiu “envergonhada” e também “culpada” por ter aceitado entrar na área VIP, após convite de Daniel Alves.

Após o primeiro atendimento, feito pelos policiais, a mulher foi transferida para o Hospital Clínic, o centro de referência para onde as vítimas de agressões sexuais em Barcelona são encaminhadas. Na unidade de saúde, ela foi examinada por um médico legista.

Nessa inspeção, o médico constatou lesões compatíveis com a luta – escoriações no joelho -, foram obtidos restos de líquido seminal que agora devem ser comparados com uma amostra de DNA que o brasileiro aceitou entregar para os investigadores. O legista também concluiu que a jovem estava “orientada” e se expressou de forma “coerente”.

Uma amiga da suposta vítima de Daniel Alves disse em depoimento à Justiça espanhola que foi apalpada violentamente pelo brasileiro. A denunciante, uma jovem de 23 anos, estava acompanhada de duas pessoas. E uma delas afirmou que o jogador passou a mão em suas partes íntimas e parou apenas quando ela conseguiu se desvencilhar e ir embora.

Daniel Alves está preso preventivamente desde a última sexta-feira. Ele é investigado por suspeita de crime de agressão sexual. A denunciante contou às autoridades espanholas que foi abusada sexualmente no banheiro da boate Sutton, casa noturna badalada da cidade. Daniel, por sua vez, afirmou que a relação foi consensual.

O jornal espanhol “La Vanguardia” teve acesso ao depoimento. De acordo com a publicação, o relato da testemunha coincide com a descrição feita pela suposta vítima, que contou ter visto a abordagem de Daniel Alves à sua amiga e prima em um momento no qual estava mais distante. “Foi quando percebi como ele tocava minhas amigas e o quanto estava próximo”, afirmou.

Durante o último mês, os policiais da Unidade Contra Violência Sexual (UCAS) colheram os relatos de dezenas de pessoas que estiveram na noite de 30 de dezembro na boate Sutton e ainda tentam localizar mais possíveis testemunhas. Os investigadores também analisaram imagens de câmeras de segurança.

Segundo o jornal “El Periodico”, de Barcelona, o jogador mudou sua versão sobre o caso em depoimento ao Tribunal de Justiça, o que não caiu bem para o júri do caso. Dias antes, havia alegado desconhecer a vítima à polícia e em entrevista a um programa espanhol. No depoimento, porém, teria afirmado que houve a relação, mas alega que foi consensual. Segundo a rádio espanhola “Cadena Ser”, a defesa do jogador pede um novo depoimento. As informações são do jornal O Globo e de agências internacionais de notícias.

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