Quarta-feira, 08 de Abril de 2020

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Mundo Cantora morre atingida por fogos de artifício em palco

Artista se apresentava com o grupo Super Hollywood Orchestra em um festival quando foi atingida. (Foto: Reprodução/Facebook)

A cantora e bailarina espanhola Joana Sainz Garcia morreu neste domingo (1º) após ser atingida no palco por fogos de artifício. A artista de 30 anos se apresentava com o grupo Super Hollywood Orchestra durante o festival Las Berlanas, realizado próximo a Madri.

Um dispositivo pirotécnico explodiu próximo a cantora, que caiu no chão inconsciente. Algumas imagens publicadas nas redes sociais mostram o momento em que Joana é atingida pela explosão dos fogos de artifício. Paramédicos chegaram a levar Joana ao hospital, mas a cantora não resistiu aos ferimentos.

Cerca de mil pessoas acompanhavam a apresentação em Las Berlanas. Um médico e uma enfermeira que estavam entre o público fizeram os primeiros socorros da cantora antes da chegada dos paramédicos.

O grupo Super Hollywood Orchestra, que conta com 15 membros entre cantores, músicos e bailarinos, fazia o encerramento do quarto dia do festival. Os organizadores do evento lamentaram o incidente e publicaram um comunicado nas redes sociais lamentando a morte de Joana. “Enviamos nossas condolências aos familiares de Joana, assim como a todos os companheiros do grupo”.

A produtora Prones 1 SL, responsável pelas apresentações do grupo, também lamentou a morte da artista em um comunicado. Segundo um dos responsáveis da empresa, o incidente pode ter sido causado por um defeito de fabricação do material.

Outro caso

Em maio deste ano, Ana Claudia Dâmaso Lopes, de 27 anos, sempre teve o hábito de estalar o pescoço para aliviar as tensões do dia a dia. A modelo não esperava, entretanto, que uma atitude tão simples poderia provocar um AVC (acidente vascular cerebral). Segundo Feres Chaddad, chefe da disciplina de Neurocirurgia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), apesar de incomuns, casos como o de Ana não são raros.

“Assim que eu estalei o pescoço, eu já percebi que tinha acontecido algo comigo. Eu comecei a ficar muito tonta, tudo girava e até a minha visão ficou estranha. Em pouco tempo, além de não conseguir andar sozinha, eu comecei a vomitar sem parar. Também tive muitas dores de cabeça e no pescoço”, relatou Ana.

Segundo Chaddad, os sintomas apresentados por ela definem o que sente quem sofre um acidente vascular cerebral. “Caso uma pessoa passe por isso, a primeira ação deve ser a de ir ao hospital. Lá, o corpo médico deve fazer uma tomografia e, na sequência, uma ressonância para saber o tipo do AVC – isquêmico ou hemorrágico”, explicou.

O AVC hemorrágico acontece quando há o rompimento de um vaso cerebral, ocasionando um sangramento. Já o isquêmico ocorre quando há uma obstrução da artéria, impedindo a passagem de oxigênio para o cérebro.

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