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Mundo Chile conclui eleição histórica para Assembleia Constituinte em busca de maior equidade

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Votação foi dividida em dois dias, após ter sido adiada por cinco semanas devido a uma nova onda de Covid-19

Foto: Reprodução
Votação foi dividida em dois dias, após ter sido adiada por cinco semanas devido a uma nova onda de Covid-19. (Foto: Reprodução)

O Chile concluiu neste domingo (16) dois dias de uma votação histórica para eleger os 155 cidadãos que irão redigir uma nova Constituição, destinada a substituir a herdada da ditadura de Augusto Pinochet, com a expectativa de melhorar a equidade social.

As seções eleitorais começaram a fechar às 18 horas (19 horas em Brasília), após dois dias de votação sem incidentes. No sábado, mais de três milhões de eleitores (20,44%) foram às urnas, de um total de 14,9 milhões chamados para votar de forma voluntária.

Os chilenos tiveram que escolher entre 1.373 candidatos os integrantes da Convenção Constitucional, entre eles atores, escritores, professores, ativistas sociais, advogados e políticos tradicionais.

A Carta Magna anterior, elaborada durante a era Pinochet (1973-1990), é considerada a origem das desigualdades sociais no Chile. A eleição foi realizada em dois dias devido à pandemia, após ter sido adiada por cinco semanas, desde 11 de abril, devido a uma nova onda de Covid-19.

“Esta é a eleição mais importante que os chilenos tiveram, isso marcará o futuro das gerações mais jovens”, explicou à AFP Felipe Gutiérrez, um engenheiro de 32 anos que deixava uma seção eleitoral em Santiago.

Os dados sobre participação por regiões e comunas indicam uma diferença importante no fluxo de eleitores nos setores mais ricos e conservadores, notavelmente maior que nas áreas mais pobres.

Das ruas às urnas

A mudança constitucional de Pinochet foi a forma que o sistema político chileno encontrou para canalizar as manifestações massivas – várias e muito violentas – que estouraram em 18 de outubro de 2019, deixando cerca de trinta mortos e prejuízos milionários no comércio e no mobiliário público.

Quase um mês após o início desses protestos, quando vários prédios estavam em chamas em Santiago, as forças políticas anunciaram um acordo para convocar um plebiscito para decidir sobre a mudança da Constituição, que finalmente foi realizado em 25 de outubro de 2020.

O resultado: 80% de apoio à opção “Aprovo” para a mudança constitucional em um dia que culminou em manifestações. Outros 20% optaram pelo “Rejeito”, uma opção que se concentrou nas três comunas mais ricas do Chile.

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Ernildo Heitor Agostini Filho
20 de maio de 2021 21:59

Ck Ps Estamos falando do Chile e não do Brasil. O fato de tu teres direcionado o debate para o fato de eu ser militar aposentado revela a podreza dos teus argumentos sobre o Chile, o que denota o teu desconhecimento da história daquele país

Ck Ps
17 de maio de 2021 16:03

pergunta se as pessoas conseguiam fechar o mês no pais mais desenvolvido da América? e a previdência devolvia o q p eles? aliás, o tamanho do estado aqui já é bastante pelos militares q tu pertence pelo visto, mas nesse caso o estado brasileiro n diminuiu e n vejo tu reclamando

Ernildo Heitor Agostini Filho
17 de maio de 2021 11:13

Infelizmente o Chile está pegando o caminho contrário. A mudança da constituição, por ação da esquerda progressista globalista, aumentará a tamanho do estado e o Chile deixará, em breve, de ser o país mais desenvolvido da América do Sul.

Ck Ps
17 de maio de 2021 16:00

Cezar Roldão Schuaste acorda tiozinho….Argentina teve o empresário bem sucedio presidente e n deu certo pq destruiu todos direitos mínimos. Chile tb n aguentou isso e agora esta aí mostrando q quer direitos mínimos. Aqui n deu na mesma pq tem uma constituição q segura e uma esquerda ainda combativa, mas q ficou com a marca da corrupção. Por isso são tempos difíceis e o povo n sabe p onde ir

Cezar Roldão Schuaste
17 de maio de 2021 14:38

Esta muio mal informado e escrevendo besteira

Vanderlei Ochoa
17 de maio de 2021 10:10

Com a direita no poder, é povo perdendo direitos…. vide Brasil.

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