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Mundo China aceita negociar novo acordo comercial com Trump

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Trump destacou que preferiria não recorrer às tarifas contra o país asiático, mas as classificou como um "instrumento poderoso".

Foto: Reprodução
Trump destacou que preferiria não recorrer às tarifas contra o país asiático, mas as classificou como um "instrumento poderoso". (Foto: Reprodução)

A China demonstrou abertura para negociar um novo acordo comercial com os Estados Unidos, atendendo a um desejo de Donald Trump, manifestado ao presidente Xi Jinping. Os líderes das duas maiores economias globais discutiram temas como o TikTok, comércio e questões envolvendo Taiwan durante uma conversa telefônica ocorrida antes da posse de Trump, na segunda-feira (20).

Nesta sexta-feira (24), Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, sinalizou positivamente à proposta. “Apesar das diferenças, os dois países compartilham interesses significativos e há espaço para cooperação”, afirmou Mao.

Desde o início de sua gestão, Trump tem defendido a imposição de uma tarifa punitiva de 10% sobre importações chinesas, justificando que o fentanil estaria sendo enviado da China para os EUA por meio do México e Canadá.

No entanto, o presidente não aplicou as tarifas imediatamente após assumir o cargo, apesar de prometer essa medida durante a campanha. Além disso, Trump já ameaçou adotar tarifas contra outros parceiros comerciais, como União Europeia, México e Canadá.
“Tivemos uma conversa boa e amigável. Foi tudo muito positivo”, disse Trump em entrevista à Fox News na noite de quinta-feira (23), ao comentar a ligação com Xi. Questionado sobre a possibilidade de firmar um acordo para equilibrar as práticas comerciais com a China, o presidente respondeu: “Eu consigo fazer isso”.

Trump destacou que preferiria não recorrer às tarifas contra o país asiático, mas as classificou como um “instrumento poderoso”. “Temos uma ferramenta muito forte em relação à China, que são as tarifas. Eles não as querem, e eu preferiria não usá-las, mas é um recurso de grande impacto”, concluiu.

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Adalberto Meneguzzi
24 de janeiro de 2025 19:40

Mais um que já arregou para o estadista Trump!
Aquele que manda no Brasil está na fila… fica esperto Xandão!

Roberto Nunes
24 de janeiro de 2025 20:34

Com este o Trump baixa o bico. Aí o furo é mais embaixo.

Adalberto Meneguzzi
25 de janeiro de 2025 03:32

Esqueceu de mencionar a população pobre do país (mais de 70%) e que a China só evoluiu quando passou a atuar, economicamente, como capitalista!

Fernando Krause
25 de janeiro de 2025 00:41

Tu só não falou do PCC, né Vandeca.
Partido COMUNISTA Chinês.

Vanderlei Ochoa
24 de janeiro de 2025 20:43

A China é em país espetacular, com um povo culto e de tradição milenar. Fez as maiores descobertas da humanidade e se mantém passividade e ordeira. Está crescendo desde a década de 70 em patamares excelentes e proporcionando ao seu povo qualidade de vida. Parabéns aos chineses e sua cultura.

Marcelo Neuri Haag
24 de janeiro de 2025 22:36

Com este o Xi Jinping baixa o bico. Aí o furo é mais embaixo.

Adalberto Meneguzzi
25 de janeiro de 2025 13:30

Gestos comunistas do nosso desgovernado revelam que estamos sob gravíssima ameaça de uma ditadura de extrema esquerda!

Vanderlei Stefani
25 de janeiro de 2025 13:10

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