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Mundo China anuncia o envio de tropas para a Rússia

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A China disparou mísseis ao redor de Taiwan recentemente

Foto: Reprodução de TV
A China disparou mísseis ao redor de Taiwan recentemente. (Foto: Reprodução de TV)

Em meio às fortes tensões com os Estados Unidos, a China informou, nesta quarta-feira (17), que enviará tropas à Rússia para a realização de exercícios militares conjuntos.

O anúncio foi feito pelo Ministério da Defesa chinês. De acordo com a pasta, tropas da Índia, Belarus e Tajiquistão também participarão dos exercícios, que ocorrerão em território russo. Ainda não há data confirmada para o início dos testes, mas, no mês passado, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou um plano de realizar manobras militares com países parceiros entre 30 de agosto e 5 de setembro.

A participação da China nos exercícios conjuntos “não tem relação com a atual situação internacional e regional”, afirmou o ministério em um comunicado.

As atividades fazem parte de um acordo de cooperação anual bilateral, acrescentou a pasta. Exercícios conjuntos semelhantes liderados pela Rússia envolvendo a China já foram realizados em outros anos.

“O objetivo é aprofundar a cooperação prática e amigável com os exércitos dos países participantes, aumentar o nível de colaboração estratégica entre as partes e fortalecer a capacidade de responder a várias ameaças à segurança”, disse o governo chinês.

Ucrânia

Desde o início da guerra na Ucrânia, a China tem mostrado apoio, ainda que contido, à Rússia, grande aliado do país asiático na atual geopolítica mundial. Em junho, o presidente chinês, Xi Jinping, falou ao telefone com o líder russo, em uma clara mensagem de apoio aos ataques da Rússia em território ucraniano.

Pequim também rejeitou pedidos da comunidade internacional para condenar a invasão russa ao país vizinho.

EUA

As tensões entre a China e os Estados Unidos se acirraram no início deste mês, quando a presidente da Câmara dos Deputados norte-americana, Nancy Pelosi, fez uma visita a Taiwan – ilha que o governo chinês reivindica como parte do seu território. Já o governo local quer a independência.

Pequim considerou a visita como uma provocação dos Estados Unidos, que mantêm uma política de ambiguidade em relação à ilha. Desde então, aviões e navios chineses têm feito exercícios militares constantes ao redor de Taiwan com inúmeras invasões ao espaço aéreo da ilha.

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3 Comentários
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Edson Arcanjo
17 de agosto de 2022 13:12

Bidé
Fazendo o impossível
Colocando o mundo em guerra…
Um senil, marionete , capacho. .

Lucas Freitas
17 de agosto de 2022 14:25

Joe Biden, o candidato da esquerda, que iria pacificar o mundo. kkkkkk
A esquerda é um desastre, conseguem arruinar tudo por onde passam.

Felix Etchegaray
17 de agosto de 2022 17:06

EUA devería enviar tropas a Ukrania para fazer “exercicios militares conjuntos”.

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