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Rio Grande do Sul Cidades gaúchas recebem novo lote com mais de 240 mil vacinas da Pfizer e Coronavac

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Cotas foram enviadas por via área para o Interior do Estado. (Foto: Grégori Bertó/SSP)

Diversas cidades gaúchas começaram a receber na tarde desta sexta-feira (18) as suas respectivas cotas de vacinas da nova remessa do Ministério da Saúde ao Rio Grande do Sul. Foram 141.570 doses da Pfizer que chegaram de madrugada ao Aeroporto Salgado Filho durante a madrugada e 110.200 da Coronavac desembarcadas de manhã, em um total de 241.770 unidades.

No caso da Coronavac, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) determinou que o fármaco seja utilizado exclusivamente para zerar os atrasos na aplicação da segunda dose – eventuais sobras terão que ser devolvidas, não devendo ser ministradas como primeira injeção.

As Coordenadorias Regionais de Saúde (CRS) da Secretaria receberam as cargas ao longo da tarde. Desde as 14h30min, estavam disponíveis para retirada na Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadi), em Porto Alegre, as cotas destinadas à capital gaúcha e às seguintes coordenadorias: 1ª CRS (Porto Alegre), 5ª (Caxias do Sul), 8ª (Cachoeira do Sul), 13ª (Santa Cruz do Sul), 16ª (Lajeado) e 18ª (Osório).

Já por via aérea, foram transportadas por um helicóptero da Polícia Civil as cargas da 4ª CRS (Santa Maria) e da 10ª (Alegrete). Ao mesmo tempo, um avião da Brigada Militar levou as cargas da 6ª CRS (Passo Fundo), 11ª (Erechim), 2ª (Frederico Westphalen), 15ª (Palmeira das Missões), 9ª (Cruz Alta), 12ª (Santo Ângelo), 14ª (Santa Rosa) e 17ª (Ijuí), 7ª (Bagé) e 3ª (Pelotas).

“Os municípios  já estavam mobilizados para aplicar as doses de Coronavac assim que recebessem as cotas”, frisou o presidente do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), Maicon Lemos, que acrescentou:

“O fim de semana será de muitas atividades para atender quem está esperando a segunda dose e podermos concluir esta etapa da vacinação. Estamos felizes em resolver o problema que foi gerado em consequência da descontinuidade da produção das vacinas por parte do Butantan [instituto paulista que produz o fármaco da Coronavac no Brasil]”.

A estratégia da Secretaria levou em consideração os dados informados pelos municípios às coordenadorias e números de segundas doses faltantes não registradas no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (Sipni).

“Comparamos e cruzamos dados dos municípios e do sistema oficial”, destacou a titular da SES, Arita Bergmann. “Se o número de doses não registradas no sistema é maior do que o número de doses solicitado pelo município, consideramos o número pedido pelo município, porque certamente ainda não inseriu no sistema todas as vacinas aplicadas”.

Pfizer

Já as doses da norte-americana Pfizer servirão para dar continuidade à vacinação da população em geral, por idade, trabalhadores da educação superior e gestantes e puérperas sem comorbidades.

(Marcello Campos)

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