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Tecnologia Cientistas do Facebook criam software para identificar imagens manipuladas

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Exemplo de deepfake distorcendo a Mona Lisa. (Foto: Reprodução)

Cientistas do Facebook apresentaram um método para facilitar a detecção de “deepfakes”, imagens falsas hiper-realistas, e determinar a sua origem, graças à inteligência artificial.

As deepfakes são um problema na Internet, porque podem ser usadas para manipular ou difamar pessoas, fazendo com que elas pareçam ter afirmado coisas que não disseram ou fizeram. Essas montagens são baseadas em tecnologias de inteligência artificial.

“Nosso sistema facilitará a detecção de deepfakes e o monitoramento das informações relacionadas”, afirmaram Tal Hassner e Xi Yin, pesquisadores da rede social, que trabalharam nesse tema com a Universidade Estadual do Michigan. Seu método deve fornecer “ferramentas para ajudar na investigação dos incidentes de desinformação coordenada que utilizam deepfakes”, disseram em comunicado.

Engenharia reversa

Para desenvolver o sistema, eles usaram a técnica conhecida como engenharia reversa, que consiste em desconstruir a fabricação de um produto, neste caso, um vídeo ou uma foto.

Seu software identifica imperfeições adicionadas durante a edição que alteram a “impressão digital” das imagens O recurso pode ser usado para chegar ao modelo de câmera de que os hackers se valeram para criar o deepfake.

Assim, a alteração na foto ou vídeo “pode ser usada para identificar o sistema de geração usado na produção do truque”, explicaram os cientistas.

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