Segunda-feira, 25 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 15 de fevereiro de 2022
Jabor teve uma extensa carreira dedicada ao cinema, à literatura e ao jornalismo
Foto: Reprodução/TwitterO cineasta e jornalista Arnaldo Jabor morreu nesta terça-feira (15), aos 81 anos, em São Paulo, em decorrência de complicações de um AVC (acidente vascular cerebral). Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês.
Jabor teve uma extensa carreira dedicada ao cinema, à literatura e ao jornalismo. Dirigiu sete longas, dois curtas e dois documentários. Entre eles, está “Toda Nudez Será Castigada”, uma adaptação da peça homônima de Nelson Rodrigues. Com o longa, Jabor venceu o Urso de Prata no Festival de Berlim em 1973.
Também dirigiu o premiado “Eu Te Amo” (1981), que consagrou Paulo César Pereio e Sônia Braga no cinema brasileiro, e “Eu Sei Que Vou Te Amar” (1986), indicado à Palma de Ouro de melhor filme do Festival de Cannes.
Jabor foi técnico sonoro, assistente de direção e crítico de cinema. A partir de 1991, ele passou a escrever crônicas para jornais e também a fazer comentários políticos em programas da TV da Globo e na rádio CBN.
Após alguns anos afastado do cinema, em 2010 assinou o roteiro e a direção de “A Suprema Felicidade”.
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irreparável a perda!
é verdade, sERTOS e não certos indivíduos suspeitos….ahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha
Só fez filme pornô..e defendia sertos individuos suspeitos….