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Brasil Ciro Gomes disse que a esquerda precisa fazer uma autocrítica para evitar “o pior tipo de direita”

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O candidato do PDT segue em terceiro lugar na preferência do eleitorado. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Nessa segunda-feira, ao participar de uma palestra na Associação dos Engenheiros da Petrobras, o candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, disse que a esquerda precisa fazer uma autocrítica para não eleger a pior direita. Ele também fez críticas ao PT e à ex-presidenta Dilma Rousseff (2011-2016).

“Eu votei no Lula todas as eleições”, garantiu. “Também votei na Dilma, já engolindo quem eu não queria engolir, inclusive na segunda vez, quando ela foi reeleita. Votamos contra o impeachment e, mesmo assim, agora sou insultado e agredido a toda hora. Ou a esquerda brasileira faz uma autocritica para se reconectar com a vida de nosso povo ou vamos legitimar agora a pior direita”, disparou, em uma clara alusão ao adversário Jair Bolsonaro (PSL).

Dilma

O pedetista criticou a inexperiência de Dilma ao governar o Brasil após a reeleição em 2014: “Não conseguimos juntar nem um terço dos deputados num país em que deputado está à venda no atacado e no varejo. Eu não recomendo que se ‘compre’ [parlamentares], mas em um País em que até ‘comprar’ você pode, não reunir nem um terço [de apoio necessário] é uma lição para gente pensar”.

Com esse comentário, ele se referia ao pedido de impeachment de Dilma, que passou na Câmara dos Deputados em 2016 por 367 votos a favor, 137 contrários e sete abstenções.

Ele também criticou alianças feitas pelo PT para a eleição deste ano com o MDB, especialmente com os senadores Renan Calheiros, em Alagoas, e Eunício Oliveira, no Ceará. Ciro criticou o fato deles terem apoiado o impeachment de Dilma.

O presidenciável do PDT também defendeu que a Petrobras não deve ser privatizada e disse que em seu governo a empresa teria papel protagonista no desenvolvimento do País.

Ibope

Por meio de sua assessoria de imprensa, o candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, resumiu em apenas duas linhas sua análise sobre a nova pesquisa do instituto Ibope sobre intenções de voto para o Palácio do Planalto, divulgada nessa segunda-feira.

O levantamento mostra que, com 28% das intenções de voto, o candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, manteve-se estável na liderança, com 28%, seguido por Fernando Haddad (PT) com 22%, enquanto Ciro está na terceira colocação, com 11% da preferência do eleitorado.

“As pesquisas são retratos do momento e as eleições são um filme. Esta semana teremos outros retratos”, projetou Ciro. O candidato do PDT continua com o mesmo índice do dia 18 de setembro, quando já aparecia com os mesmos 11%. Nas últimas semanas, questionado sobre sua estagnação, o candidato do PDT tem dito que os institutos de pesquisa de intenção de voto “não têm credibilidade” porque “vendem” as pesquisas para “desanimar o povo”.

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