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Mundo Clérigos e estudiosos acusam papa Francisco de heresia

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Documento assinado por 81 ultratradicionalistas quer forçar saída de Francisco. (Foto: Reprodução)

Uma carta aberta ao Colégio dos Bispos da Igreja Católica foi divulgada por clérigos e estudiosos que acusam o papa Francisco por heresia. Segundo eles, as decisões do líder religioso são contrárias à Igreja e apoiam pessoas que desrespeitam a fé e a moral da instituição. As informações foram divulgadas pelo site católico conservador LifeSiteNews.

No texto, os signatários afirmam que estão buscando que sejam tomadas “as medidas necessárias para tratar a grave situação de um papa herege” e classificam os anos de papado de Francisco como “uma das piores crises da história da Igreja Católica. A mensagem explica que, para caracterizar o delito é preciso que a pessoa em questão duvide ou negue, mediante palavras e/ou ações públicas, dogmas ensinados pelo catolicismo. O grupo ainda afirma que é necessário que hajam provas e que as tem.

“Acusamos o Papa Francisco de haver demonstrado de maneira pública e persistente, com suas palavras e acções, sua crença nas seguintes posições que contradizem a verdade divinamente revelada”, afirma o texto, que segue elencando sete posicionamentos do papa que justificam a manifestação, seguidas de ensinamentos bíblicos que embasariam a decisão.

Uma das afirmações que seriam de Francisco e que a carta repudia seria a afirmação de que um católico “pode  ter pleno conhecimento de uma lei divina e escolher voluntariamente rompê-la, em um assunto sério, mas não estar em um estado de pecado mortal como resultado desta ação”. Também é questionada a afirmação de que cristãos com matrimônio civil podem julgar correto manterem atos sexuais, mesmo que estejam casados, na Igreja, com outras pessoas.

Após, o documento aponta traz diversos fatos que aponta como provas da heresia do papa. Ao final, assinam a carta pedindo “humildemente vossa bênção e assegurando orações pelo seu ministério e pela Igreja”. Assinavam o manifesto 19 pessoas, entre teólogos, especialistas e sacerdotes, às quais foram adicionados mais nomes, totalizando 31, nesta quarta-feira (1º).

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