Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 22 de março de 2022
Os pagamentos irão beneficiar os magistrados que já integravam o Judiciário em 1º/1/2005, o que alcança cerca de 1.100 beneficiários.
Foto: ReproduçãoO Conselho Nacional de Justiça (CNJ) autorizou, nesta terça-feira (22), o pagamento de valores relacionados à diferença de subsídio apurada no período de janeiro de 2005 a março de 2009 para magistrados do judiciário estadual.
O CNJ, por maioria de votos, acolheu a tese do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) e autorizou o pagamento do débito, mas mediante parcelamento dos valores em 24 vezes, levando em consideração a necessidade de adaptação à capacidade orçamentária do Judiciário gaúcho.
Os pagamentos irão beneficiar apenas os magistrados que já integravam o Judiciário em 1º/1/2005, o que alcança cerca de 1.100 beneficiários, sendo que mais de 100 já falecidos.
“Quero registrar minha satisfação com esta autorização pelo CNJ, pois foi uma luta de longo tempo, sendo algo que se constitui na concretização de um direito de todos os magistrados, ativos e inativos, e nós merecemos este reconhecimento”, afirmou a presidente TJRS, desembargadora Iris Helena Medeiros Nogueira.
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O negócio funciona assim: quem julga a tua causa é parte extremamente interessada no processo…
Resumindo: o Judiciário está totalmente apartado da sociedade brasileira!
Dinheiro do público correndo nas contasde quem já ganha absurdo de salásrio para enrolrem um processo por 10, 15, 230 anos e soltarem bandidos .
Enquanto não acabarem com estas mordomias do judiciário, o Brasil não vai avançar!
E qual será o valor ???
Brasília é a raiz de todos os males, o pior dos exemplos, um mundo a parte!