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Política “Com a aprovação da reforma, o RS deixa de ser referência de crise para ser referência de solução”, diz governador Eduardo Leite

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Leite foi até a Assembleia agradecer aos deputados.

Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini
Leite foi até a Assembleia agradecer aos deputados. (Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini)

Nesta quinta-feira (30), após o fim da votação, na Assembleia Legislativa, das reformas propostas pelo Executivo, o governador Eduardo Leite foi até a Casa legislativa agradecer aos deputados pela votação e afirmou que, com a aprovação da reforma, o Estado deixa de ser referência de crise para ser referência de solução.

“Com a aprovação da reforma, o RS deixa de ser referência de crise para ser referência de solução de problemas que também estão sendo enfrentados por outros Estados. Essa boa referência injetará ânimo na iniciativa privada, que trará investimentos e geração de empregos. Essa confiança é dada porque o Plenário da Assembleia compreendeu e manifestou aquilo que falávamos desde o início: existem aqueles que fazem barulho, o que é legítimo, mas existe, também, uma maioria silenciosa, que confiou aos deputados o poder da tomada de decisão”, afirmou Leite.

“Nossos deputados cumpriram uma missão importante, acolhendo nossa agenda, e o governo também se abriu para contribuições. Nunca considerei o Parlamento um mero carimbador de projetos. Essa Casa serve para debater e para encontrar melhores caminhos, em nome do povo que aqui representam”, destacou o governador.

Ao agradecer aos deputados e à equipe de governo, especialmente aos secretários Otomar Vivian (Casa Civil), Marco Aurelio Cardoso (Fazenda) e Leany Lemos (Planejamento, Orçamento e Gestão), Leite destacou que a Reforma RS propõe o estabelecimento de um RS organizado e com estrutura de carreiras conectadas aos novos tempos.

No âmbito da Reforma RS, durante a convocação extraordinária foram aprovadas seis medidas. Um outro projeto, que propunha alterações na previdência dos militares estaduais, seria votado durante a convocação extraordinária, mas acabou retirado da pauta pela base do governo. Antes da convocação, ainda em dezembro, os deputados aprovaram um projeto que adequa as regras de previdência dos servidores civis gaúchos à legislação federal.

Nestes três dias de convocação extraordinária, os deputados também aprovaram dois projetos que não fazem parte da Reforma RS. Um deles permite a dação em pagamento de bens imóveis pertencentes ao Estado para quitação de débitos com os municípios na área da Saúde, e o outro altera o sistema de incentivo para programas da Cultura, do Esporte e da Assistência Social.

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1 Comentário
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Tecladista Flc
31 de janeiro de 2020 02:59

Este governador é uma piada, só vai ser referência de solução quando ele acabar com esta casta de Ccs, inclusive os que estão ao seu lado ,e ele próprio sair, porque o problema do Rs não é as estatais e sim o número absurdo de parasitas que estão ganhando altos salários sem concurso, enquanto os que se submeteram a estudar para ter um emprego , recebem salários atrasados . Falta vergonha na cara deste governador pois são estatais como Corsan,Sulgas , Ceee, e outras que tem receita própria e vendem seus produtos, portanto não precisam do estado parasita que criou… Leia mais »

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