Terça-feira, 24 de março de 2026
Por Redação O Sul | 2 de setembro de 2015
Está sendo mais ameno o terceiro dia de greve dos servidores da Brigada Militar – e das demais categorias pertencentes ao Estado do RS –, que ocorre nesta quarta-feira (2), em função do novo parcelamento dos salários. Pelo menos é o que afirma o Comando da Brigada Militar. Oficiais da corporação garantem que o número de protestos que restringem a saída de equipes para o policiamento foi consideravelmente menor nesta quarta-feira do que na terça. Houve registros de bloqueios em batalhões de nove municípios gaúchos: Porto Alegre, Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, Novo Hamburgo, Santana do Livramento, Santiago, Santa Maria e Uruguaiana.
Protestos dos familiares.
Na Capital, familiares dos policiais militares ficaram, pela manhã, no portão da sede do 9º BPM, na avenida Praia de Belas, em frente ao RPMon (Regimento de Polícia Montada), e no BOE (Batalhão de Operações Especiais), onde o conflito entre manifestantes atrasou a saída de integrantes do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais) para verificar uma ameaça de bomba na Avenida Silva Só. O objeto suspeito, colocado em uma mala, era um artefato falso, mas continha uma mensagem ao governador do Estado: “Sartori, se quer terrorismo, vai ter”.
Sem provocações.
O chefe da Comunicação Social da BM, Major Ronie Coimbra, disse que não há qualquer confirmação de que entidades que aderem à paralisação de servidores tenham sido responsáveis por essa provocação ao governo do Estado.
Ele ainda garantiu que, apesar dos protestos anunciados para todo o dia, a estratégia de segurança para a partida do Internacional, no estádio Beira-Rio, será colocada em prática e permitirá que os torcedores cheguem e saiam do estádio sem problemas. Por lei, os militares não podem fazer greves. O comandante-geral da Brigada Militar, coronel Alfeu Freitas Moreira, tem reiterado que o policiamento está garantido.
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