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Rio Grande do Sul Comitiva internacional avalia abertura do mercado de Cuba à maçã produzida no RS

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Comitiva percorreu locais da cadeia produtiva no município de Vacaria. (Foto: Deise Feltes Riffel/Seapi)

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em parceria com Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), acompanhou no município gaúcho de Vacaria a visita de uma missão internacional conduzida pela Organização Nacional de Proteção Fitossanitária (ONPF), de Cuba. Na pauta, a abertura do mercado do país caribenho à maçã produzida no Rio Grande do Sul.

A Associação Brasileira de Produtores de Maçã apresentou dados sobre a cadeia produtiva, pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) falaram sobre as pragas que atingem a fruta. Já a Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da Seapi apresentou aos visitantes o processo de certificação.

O grupo também visitou duas empresas exportadoras de maçã. No foco esteve o detalhamento do sistema de produção em uma região reconhecida pela excelência nesse tipo de cultura e com potencial para atender a exigências fitossanitárias de compradores estrangeiros.

Maior exportador de maçã do Brasil, o Rio Grande do Sul vende a fruta a 36 países, tendo como principais destinos Índia, Portugal e Irlanda. O Estado produziu no ano passado quase 570 mil toneladas da mercadoria, que tem como principais produtores os municípios de Vacaria, Bom Jesus e Caxias do Sul, conforme estatística mencionada no documento “Radiografia da Pecuária Gaúcha de 2025”, produzido pela Seapi.

Mercado em prospecção

A missão esteve no Brasil desde o início do mês e tem por objetivo avaliar as condições para a abertura do mercado cubano à importação de frutas brasileiras. O primeiro Estado no roteiro foi São Paulo, onde o grupo verificou os programas estaduais de certificação fitossanitária para exportação e de sanidade dos citros.

No roteiro também e foram incluídas visitas a áreas produtivas no Vale do São Francisco (entre a Bahia e Pernambuco, na Região Nordeste). A compra de uva foi um dos assuntos. A programação se encerrou com uma reunião entre os auditores cubanos e representantes do Mapa, quando foram discutidos os resultados da auditoria e os próximos passos para a abertura do mercado.

Com a palavra…

Após acompanhar as atividades, a chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal do Departamento de Defesa Vegetal (DDV) da Seapi, Deise Feltes Riffel, manifestou-se em texto publicado no portal estado.rs.gov.br.

“O trabalho desenvolvido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação junto aos produtores trouxe o respaldo que os técnicos cubanos têm buscado, da rastreabilidade e de saber que tudo está de acordo com as normas. É importante para o Estado e para sua cadeia produtiva a abertura de novos mercados, a fim de garantir o escoamento de produtos com excelente qualidade”.

(Marcello Campos)

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Eloa Gute
12 de abril de 2026 14:44

E dizer que um quilo de maçã fuji, custa 14, reais para os brasileiros. Parece até piada.

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