Quinta-feira, 18 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 14 de agosto de 2023
A Copa do Mundo Feminina 2023 entrou na última semana. Nesta terça-feira (15), Espanha e Suécia abrem a disputa por uma vaga na final, às 5h (horário de Brasília). Às 7h, Inglaterra e Austrália duelam pela segunda vaga. A única certeza é que quem se classificar vai ter a chance de conquistar um título inédito para o país. Confira outras curiosidades das semifinais.
Campeã inédita
A Suécia é a única seleção, das que ainda disputam o título, que já chegou a uma final de Copa do Mundo Feminina. Bateu na trave uma vez, em 2003, quando perdeu a final para a Alemanha, por 2 a 1. Em outras três edições, as suecas pararam na semifinal (1991, 2011 e 2019). A Inglaterra disputou a semifinal por duas vezes, mas não conseguiu avançar.
Melhores campanhas da história
Foi uma conquista histórica para Austrália e Espanha chegar às semifinais. As duas seleções nunca foram tão longe. As espanholas estão na terceira Copa. Em 2015, ficaram na primeira fase. Em 2019, chegaram às oitavas. As australianas participam de mundiais desde 1995, mas pararam nas quartas por duas vezes. Nas demais ocasiões, caíram na fase de grupos.
Melhor ataque
Com 15 gols em cinco partidas, média de três por jogo, a Espanha tem o melhor ataque da Copa, ao lado do Japão, eliminado nas quartas de final. Mas as espanholas vão enfrentar a seleção sueca, que sofreu apenas dois gols em cinco partidas e parou o ataque dos Estados Unidos, nas oitavas. A Suécia ainda tem Zecira Musovic, goleira que fez mais defesas em um jogo de Copa do Mundo: 11 bolas defendidas contra as americanas.
Representantes brasileiras
Vai ter Brasil na semifinal. A árbitra Edina Alves e as assistentes Neuza Back e Leila Cruz vão comandar a partida entre Espanha e Suécia. Esse é o quarto jogo de Edina na Copa do Mundo Feminina 2023 e o segundo em mata-mata – ela trabalhou na partida entre Noruega e Japão, pelas oitavas.
Expectativa australiana
As Matildas, como a seleção da Austrália é conhecida, estão parando o país . Há muita festa e expectativa pelo título inédito. A torcida tem lotado os estádios por onde passa a equipe. E a classificação sofrida diante da França, nas quartas de final, aguçou ainda mais o desejo pelo troféu.
Inclusive, esse confronto foi o segundo evento mais assistido na TV do país. Segundo dados da Oztam, agência que mede a audiência na TV australiana, 4,7 milhões de pessoas viram a partida, ficando atrás apenas de outro momento marcante do esporte australiano, o ouro de Cathy Freeman nos 400m dos Jogos Olímpicos de Sydney. As informações são do site GE.
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