Segunda-feira, 04 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 3 de novembro de 2017
A conta no Twitter do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ficou 11 minutos fora do ar na noite de quinta-feira. A página exibia apenas a mensagem “Lamentamos, essa página não existe”.
Em princípio, a empresa tinha dito que a conta pessoal do presidente @realdonaldtrump tinha sido “desativada inadvertidamente devido a um erro humano”.
Porém, após uma investigação, a empresa concluiu que um funcionário do suporte ao cliente que estava em seu último dia de trabalho na companhia foi o responsável pela desativação. O Twitter garantiu que irá “tomar medidas para evitar que isso aconteça novamente”, acrescentou.
Trump atribuiu o problema a um “funcionário desonesto”. A conta oficial do presidente dos Estados Unidos (@POTUS) não foi afetada.
Após a conta ser restaurada, o primeiro tuíte de Trump foi sobre o plano de redução de impostos do Partido Republicano.
Trump e o Twitter
Trump começou a utilizar o Twitter em março de 2009 e, desde então, ele tuitou mais de 36 mil vezes. Atualmente, ele tem 41,7 milhões de seguidores.
Durante a campanha presidencial de 2016, Trump usou a insistente publicação de posts no Twitter para atacar seus oponentes e promover políticas e propostas polêmicas. Ele continua usando o perfil desde que assumiu o cargo em janeiro.
Além de oponentes políticos, Trump também usa a conta para atacar a imprensa norte-americana e denunciar as “fake news” (notícias que ele afirma não ser verdadeiras).
Redução de impostos
Donald Trump tem demonstrado esperança com a aprovação de um plano abrangente de redução de impostos patrocinado pelos republicanos, dizendo que o importante senador Rand Paul que rejeitou o esboço de orçamento do partido apoiará a medida fiscal quando for submetida a votação.
O Senado dos EUA, controlado pelos republicanos, aprovou a resolução orçamentária para o ano fiscal de 2018, e Paul foi o único membro da legenda governista a rejeitá-la..
A aprovação abre caminho para o pacote republicano de redução de impostos, que aumentará o déficit federal em mais de 1,5 trilhão de dólares ao longo da próxima década para financiar os cortes propostos.
Os democratas continuam unidos em sua oposição ao projeto de lei de orçamento e não devem apoiar o plano de corte de impostos dos republicanos – que, argumentam, beneficiará os ricos, elevará os impostos para parte da classe média e ampliará o deficit federal.
O orçamento do Senado precisa se harmonizar com uma versão marcadamente diferente aprovada pela Câmara dos Deputados, também comandada pelos republicanos, um processo que parlamentares disseram poder levar até uma quinzena.
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