Quinta-feira, 08 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 6 de janeiro de 2016
Em meio à briga pela liderança do PMDB, o deputado Átila Nunes (RJ) teve que recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) para conseguir tomar posse como suplente na vaga aberta pela licença do deputado Ezequiel Teixeira (RJ).
Sob o argumento de que Nunes teria que abrir mão de seu mandato de vereador, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), negava-se a empossá-lo. Em decisão liminar, o presidente da Suprema Corte, ministro Ricardo Lewandowski, assegurou ao suplente o direito de ser empossado, o que deve ocorrer nesta quarta-feira.
Nunes apoia Leonardo Picciani (PMDB-RJ) e aguardava assumir o cargo ainda em dezembro para engrossar a lista apresentada pelo peemedebista, que foi destituído da liderança da bancada, mas a retomou no fim do mês passado. O movimento que levou à derrubada de Picciani foi apoiado por Cunha e pelo vice-presidente da República, Michel Temer.
Com o apoio do Planalto, do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e do prefeito Eduardo Paes, Picciani reverteu a situação. Mas só agora poderá contar com o auxílio de Nunes, que pretende ajudá-lo na disputa pela manutenção da liderança, em fevereiro. (AG)
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