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Brasil Corpo de miliciano está liberado para a família após perícia

Acusado de envolvimento com a milícia e de chefia um grupo de matadores no Rio, o ex-capitão da PM do Rio foi morto na madrugada de 9 de fevereiro em Esplanada, na Bahia

Foto: Reprodução/Polícia Civil
Acusado de envolvimento com a milícia e de chefia um grupo de matadores no Rio, o ex-capitão da PM do Rio foi morto na madrugada de 9 de fevereiro em Esplanada, na Bahia (Foto: Reprodução/Polícia Civil)

O corpo do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, conhecido como Capitão Adriano, foi liberado nesta sexta-feira (21) para ser retirado do IML (Instituto Médico Legal) pela família. A informação foi confirmada pela Polícia Civil do Rio.

Na quinta-feira (20), o corpo passou por uma nova perícia, determinada pela Justiça. Um perito particular contratado pela família disse que, a princípio, não havia indícios externos de tortura no corpo do miliciano Adriano da Nóbrega.

O perito Talvane de Moraes disse que a análise não é conclusiva, que material foi coletado para exames laboratoriais. Também observou que o corpo estava embalsamado, o que altera as condições para o exame.

O perito esteve no IML contratado pela família de Adriano. Peritos da Polícia Civil do Rio e do Ministério Público do Rio de Janeiro também realizaram a nova necropsia, pedida pelo Ministério Público da Bahia.

Na manhã de terça-feira (18), o presidente Jair Bolsonaro também tinha pedido a realização de uma perícia independente da morte do miliciano.

Morte

Acusado de envolvimento com a milícia e de chefia um grupo de matadores no Rio, o ex-capitão da PM do Rio foi morto na madrugada de 9 de fevereiro em Esplanada, na Bahia. Ele estava foragido havia um ano e foi baleado por policiais do Bope (Batalhão de Operações Especiais) baiano durante um cerco.

 

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