Segunda-feira, 08 de Março de 2021

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Brasil Covid-19: mortes somam 214,1 mil e casos, 8,69 milhões no Brasil

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Número de recuperados é de 7.580.741 pessoas

Foto: EBC
Vítimas listadas pelo boletim deste sábado tinham idades entre 30 e 97 anos. (Foto: EBC)

O total de pessoas que morreram de coronavírus desde o início da pandemia chegou a 214.147 com o novo balanço divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quina (21). Nas últimas 24 horas, foram registrados por equipes de saúde mais 1.316 mortes. Foi o segundo dia seguido com mais de 1.300 óbitos confirmados. Na quarta (20), o total acrescido às estatísticas foi 1.340. Há 2.835 mortes em investigação por equipes de saúde.

O número de pessoas infectadas desde o início da pandemia subiu para 8.697.368. Entre quarta e quinta, as autoridades de saúde confirmaram 59.119 novos diagnósticos positivos de covid-19.

Há 902.480 pessoas com casos ativos em acompanhamento por profissionais de saúde. O número marca um aumento de 40 mil pacientes em observação a quarta. O número de recuperados é de 7.580.741 pessoas.

Estados

Na lista de Estados com mais mortes, São Paulo ocupa a primeira posição (50.938), seguido por Rio de Janeiro (28.440), Minas Gerais (13.891), Ceará (10.261) e Pernambuco (10.133). As unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (819), Acre (844), Amapá (1.019), Tocantins (1.334) e Rondônia (2.070).

Em número de casos, São Paulo também lidera (1,67 milhão), seguido por Minas Gerais (668,2 mil), Bahia (553,7 mil), Santa Catarina (552,3 mil) e Rio Grande do Sul (520,3 mil).

No Rio Grande do Sul, a Secretaria da Saúde registrou 4.198 novos casos de coronavírus e mais 74 mortes nesta quinta-feira (21). O total de casos é de 520.313 e o de óbitos, 10.196. Os recuperados são 493.447, representando 95% dos casos.

Direito coletivo

O direito coletivo à saúde deve prevalecer sobre os direitos individuais no enfrentamento às pandemias, como a atual da covid-19, quando houver conflito entre eles. Esta é a conclusão de pesquisadores brasileiros no artigo intitulado Collision of Fundamental Human Rights and the Right to Health Access During the Novel Coronavirus Pandemic  (Colisão de direitos humanos fundamentais e o direito ao acesso à saúde durante a nova pandemia do coronavírus), publicado na revista britânica Frontiers in Public Health.

O estudo reúne dados analisados de 2002 a 2020, com casos de surtos como a da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars), em 2003, e a da Síndrome Respiratória do Médio Oriente (Mers), em 2012, além da atual pandemia de covid-19, e as medidas adotadas para proteção dos sistemas de saúde pública em Cingapura, Tunísia, China, Canadá, Reino Unido, Estados Unidos, Suíça, Portugal e Espanha.

Um dos autores do artigo, o professor Luiz Carlos de Abreu, do Departamento de Educação Integrada em Saúde do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), destacou que, em um contexto pandêmico, o direito à vida está acima de todos os direitos e acrescentou que os governos estão respaldados pelas constituições e legislações a tomar medidas restritivas para a preservação da vida.

“Quando falamos de colisão de direitos fundamentais, chegamos à constatação que os direitos da comunidade se sobrepõem aos direitos individuais”, disse.

Também assinam o artigo os pesquisadores José Santos, Fernando Adami, Italla Maria Bezerra, Paula Christianne Maia e Elisa Tristan-Cheever.

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