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Política CPI da Covid ouve Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos

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Depoimento já foi adiado quatro vezes é um dos mais aguardados pela comissão

Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado
Ex-funcionário Walter Correa ajudou na construção de dossiê com denúncias contra plano de saúde. (Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado)

Em mais uma sessão dedicada ao caso Covaxin, a CPI da Covid ouve nesta quinta-feira (19) o sócio-presidente da Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano. Trata-se de um dos depoimentos mais aguardados pelos senadores.

A Precisa atuou como uma intermediária entre o laboratório indiano Bharat Biotech, fabricante da vacina Covaxin, e o Ministério da Saúde. A empresa nunca divulgou detalhes do contrato, incluindo o valor que arrecadaria como representante brasileira na negociação.

O contrato de compra da Covaxin previa desembolso de R$ 1,6 bilhão para 20 milhões de doses, mas foi encerrado após uma série de denúncias de irregularidades, incluindo a constatação de fraude nos documentos enviados pela Precisa.

O Brasil nunca recebeu uma dose sequer de Covaxin e também não fez pagamentos nesse contrato. A lista de irregularidades inclui um pedido de pagamento antecipado, que não chegou a ser efetuado porque não estava previsto inicialmente.

Ao longo da negociação, a dose da Covaxin ficou mais cara do que as de outros laboratórios que venderam imunizantes ao governo. À CPI, Luis Ricardo Miranda, servidor do Ministério da Saúde, relatou pressões de superiores na pasta para agilizar a liberação do imunizante.

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5 Comentários
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Valmir Endruweit
19 de agosto de 2021 17:05

Corja , seu gado imundo, seu abobado ´foram os canalhas que não compraram vacinas e tudo issoporque não foram gente da tua família seu merda|!!!Babsabo ovos de carioca!!Vai criar vergonha nessa cara!!

Jose Lovatto
19 de agosto de 2021 11:24

Imaginem se não houvesse esta denúncia que até os denunciantes negam a compra, o que estariam fazendo está corja da CPI que não disse a que veio? Tentam, tentam e nada conseguem comprovar, simplesmente porque houve ofertas mas não houve interesse e muito menos compra. O resto é narrativa para CPI e parte da imprensa ter o que falar,

Salus Miranda
19 de agosto de 2021 12:23

E nós é que pagamos as despesas desnecessárias desta CPI.

Jorge Souza
19 de agosto de 2021 14:29

O PESSOAL FALA QUE NÃO HOUVE COMPRA PORQUE FOI DENUNCIADO, MAS NÃO FOI O GOVERNO QUEM DENUNCIOU, PORTANTO EXISTE MUITA COISA DE ERRADO DENTRO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE SIM, SE O PRESIDENTE SABE OU NÃO SABE, É OUTRA HISTÓRIA, ATÉ PORQUE UM OUTRO PRESIDENTE SEMPRE FALAVA NÃO SEI DE NADA, E DEU NO QUE DEU

Valmir Endruweit
19 de agosto de 2021 17:03

Quem foram os abobados que votaram naquele Senador HEINZ??O velho é um idiota que baba ovos do Bolsonaro com notícias de WATSAP esse sujeitinho não sereria nem para síndico, muito menos Senador da República, mas tudo em troca de cargo no governo são uns bostas travestidos de politiqueiros corruptos.

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