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Política CPI: ex-ministros Pazuello e Ernesto Araújo são “nomes fortes” para passarem à condição de investigados, diz Calheiros

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Pazuello era o ministro da Saúde no período em que o Brasil começou a negociar a compra de vacinas

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Procuradores apontam omissões e falhas do ex-ministro na condução da pandemia. (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou nesta segunda-feira (14) que são “nomes fortes” para passarem à condição de investigados na comissão os ex-ministros Eduardo Pazuello (Saúde) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e o ex-secretário de Comunicação da Presidência da República Fabio Wajngarten.

Calheiros já havia dito no fim da semana passada que a CPI iniciaria uma nova fase, tornando investigadas pessoas que foram inicialmente ouvidas como testemunhas. Ele foi questionado se seria o caso de Pazuello, Ernesto e Wajngarten.

“Vamos fazer durante a semana um despacho comunicando essa nova fase e que agora teremos vários desses que, mesmo comparecendo à comissão, foram tratados como testemunhas, mas agora na condição de investigados, sim. Acho que esses três são fortes candidatos a constarem nessa nova relação. Isso ainda vai ser decidido durante a semana”, disse Calheiros.

Ele explicou que tornar uma pessoa investigada na CPI aprofunda a apuração, na medida em que facilita, por exemplo, a requisição de documentos e a realização de buscas e apreensões.

“Na medida em que algumas dessas pessoas sejam colocadas como investigados, nós vamos ter outros caminhos do processo penal para trazê-lo, para requisitar documentos, para fazer busca e apreensão, para fazer o que for necessário em função das informações que começam a chegar”, explicou o senador.

Cabe à CPI, ao fim dos trabalhos, caso constate irregularidades, pedir o indiciamento e a responsabilização de entes públicos ao Ministério Público. A comissão investiga as ações e supostas omissões do governo federal no combate à pandemia de coronavírus.

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