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Política CPMI do 8 de Janeiro discute liberação de dados sigilosos em reunião nesta terça-feira

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Segundo o deputado Arthur Maia, a ideia é acordar a liberação de informações antes de votar pedidos, a fim de evitar conflitos com o Judiciário

Foto: Câmara dos Deputados
(Foto: Câmara dos Deputados)

O presidente da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do 8 de Janeiro, deputado Arthur Maia (União Brasil-BA), se encontra, nesta terça-feira (13), com o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes para tratar do compartilhamento de documentos sigilosos relacionados aos atos extremistas de 8 de janeiro.

A reunião está marcada para acontecer no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), em Brasília. Segundo Maia, a ideia é acordar a liberação de informações antes de votar pedidos, a fim de evitar conflitos com o Judiciário.

“Por motivos que, naturalmente, ele [Moraes] tem, manteve em sigilo de Justiça alguns inquéritos. Obviamente que existem motivos, e quero, antes de simplesmente solicitar dele a divulgação de algo que é sigiloso, ouvi-lo, conversar com ele, entender as razões para que a gente possa fazer tudo de comum acordo”, explicou Maia.

O deputado descartou que sejam adversárias as investigações feitas pela CPMI e pela Justiça. “Podem, com toda certeza, se complementar. Uma ajudar a outra, para que a gente possa galgar justamente aquilo que nos interessa: a verdade”, completou o presidente da CPMI.

Todos os requerimentos com pedidos de informações sigilosas e quebras de sigilo foram retirados da pauta de votação. Nesta terça-feira, a ideia dos membros da CPMI é votar apenas as solicitações de informação que não correm em segredo de Justiça, além de convites e convocações de depoentes. No total, são aproximadamente 270 requerimentos na mesa de análise, que devem ser votados em bloco, para agilizar a aprovação.

Já os itens mais sensíveis e sigilosos entrarão para análise nas próximas reuniões, após a conversa de Maia com Moraes, e devem ser votados separadamente. Um dos documentos que sofrem mais pressão da oposição é o relatório da Abin (Agência Nacional de Inteligência) sobre o risco de ataques violentos às sedes dos Três Poderes.

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Marcelo Neuri Haag
12 de junho de 2023 19:58

Pior que não acorda… já passamos por praticamente TODOS os tipos de governos, das mais variadas ideologias, e o problema estã no CARÁTER da nossa população… por isso repito: SEMPRE seremos uma “República de Bananas”…

Dirce Rosenfeld
12 de junho de 2023 19:14

Só pensam naquilo! o Brasil ladeira á baixo, numa pasnasseira e eles só olhando pelo retrovisor. QUANDO O POVO ACORDAR! 👀🙉

João Fernando Zacher
12 de junho de 2023 19:36

Essa comissão já nasceu fadada ao insucesso. Primeiro encheram
ela de corruptos para investigar seus próprios comparsas…
Essa comissão deveria ser apenas dos que pediram primeiro a
investigação dos fatos e dos ataques…
Agora mais uma tarde de discussões.
Onde está a separação de poderes ??? Não têm que pedir amém
ao judiciário. Eles tem que examinar as provas e trabalhar em
conclusões e fatos. E punir exemplarmente todos que pecaram contra a nação… Simples assim.

Paulo Jesus Corrêa
13 de junho de 2023 01:28

Segredo, hummm…, !

Endruweit Valmir Endruweit
13 de junho de 2023 01:30

A putaria do judiciário está a todo o vapor no Brasil, mandaram soltar o Rainha invasor do MST estorquia fazendeiros para não invadirem, não se sabe que fumo esses jurístas estão utilizando, mas o cigarrinho do capeta está fazendo efeito.

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