Segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 14 de julho de 2023
A renegociação dos débitos será feita por meio de uma plataforma digital
Foto: Marcello Casal Jr/Agência BrasilO programa Desenrola, criado pelo governo federal para a renegociação de dívidas, iniciará na segunda-feira (17), conforme portaria do Ministério da Fazenda publicada nesta sexta-feira (14).
Inicialmente, foram autorizadas as operações para a Faixa 2 do programa, voltada a pessoas com renda mensal de até R$ 20 mil. As renegociações valem para dívidas inscritas até 31 de dezembro de 2022 que continuam ativas. O devedor terá prazo mínimo de 12 meses para pagamento.
As renegociações da Faixa 2 poderão ser feitas diretamente entre os clientes e as instituições financeiras onde os débitos existem. Em troca, o governo vai oferecer aos bancos um incentivo para que aumentem a oferta de crédito. Cerca de 30 milhões de pessoas devem ser beneficiadas nessa faixa, segundo o Ministério da Fazenda.
O programa não atenderá renegociações de dívidas dos seguintes tipos: crédito rural; débitos com garantia da União ou de entidade pública; dívidas que não tenham o risco de crédito integralmente assumido pelos agentes financeiros; dívidas com qualquer tipo de previsão de aporte de recursos públicos e débitos com qualquer equalização de taxa de juros por parte da União.
Faixa 1
Fazem parte da Faixa 1 do Desenrola pessoas com renda mensal de até dois salários mínimos ou inscritas no CadÚnico (Cadastro Único Para Programas Sociais do Governo Federal). Poderão ser renegociadas dívidas de até R$ 5 mil, adquiridas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2022.
O programa não abrange os seguintes casos: dívidas com garantia real; de crédito rural; de financiamento imobiliário e operações com funding ou risco de terceiros.
A renegociação dos débitos será feita por meio de uma plataforma digital. Para isso, o devedor entrará no sistema com seu login do portal gov.br. Depois, ele poderá escolher uma instituição financeira inscrita no programa para fazer a renegociação e selecionar o número de parcelas.
Entre as regras de pagamento, estão: a taxa de juros será de 1,99%; a parcela mínima será de R$ 50; o pagamento poderá ser feito em até 60 vezes e o prazo de carência será de, no mínimo, 30 dias e de, no máximo, 59 dias.
O governo informou que o pagamento das parcelas poderá ser feito por débito em conta, Pix ou boleto bancário. Os devedores também terão direito a um curso de educação financeira.
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Essa negociação não precisa de governo o devedor poderia faze-lo por atitude própria, mas o Lula precisa da grana dos Bancos para seu partido, essa negocita só vai beneficiar os banqueiros, quem ganha até 20 mil por mês precisa renegociar dívidas com insentivo do governo paga com o nosso dinheiro?Vagabundos gastram em cssrtões de crédito e quem paga somos nós que mantemos nossos orçamentos em dia?casa, carro, cartão pago, comida, luz, água, 750 por mês sem trabalhar, e agora vem a farra dos eletro domésticos e passagens de avião para pobre do bolsa família..ATÉ QUANDO O BRTASILEIRO IDIOTA QUE TRABALHA… Leia mais »
Os bancos querem receber. Juros de 380% ao ano no cartão. Agiotagem? Roubo? O governo ajuda os grandes.
Quem votou no vigarista ainda não sabia do que ele é capaz? Foi novamente enganado?
Santa inocência… para não dizer outra coisa…
Quem se endividou…gastou além do que podia. A dívida é responsabilidade de quem deve. O pinguço quer é fazer média e se perpetuar como o Fidel que só saiu quando morreu, mesmo assim deixou o irmão escravizando o povo cubano.
Quanto tempo vai durar esse nome limpo? Desenrola que logo logo! eles se enrolam de novo…