Terça-feira, 11 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 11 de agosto de 2026
Banqueiro ensaia terceira tentativa de colaboração e foi aconselhado a não reter nenhuma informação
Foto: DivulgaçãoEmpenhado em reabrir a porta para uma delação premiada, o banqueiro Daniel Vorcaro foi orientado a tratar o processo de colaboração como uma espécie de “confessionário”.
O ex-dono do Banco Master tenta convencer o STF (Supremo Tribunal Federal), a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República a aceitarem discutir uma terceira tentativa de colaboração.
Vorcaro, que mudou mais uma vez sua equipe de defesa nas últimas semanas, foi aconselhado a não reter nenhum tipo de informação. A ideia, segundo relatos feitos à CNN Brasil, é reconstruir com riqueza de detalhes a trama do caso Master e restabelecer uma relação de confiança com o ministro do STF e relator do caso, André Mendonça, e com outros agentes envolvidos nas negociações.
Grande parte das atenções no entorno do banqueiro se voltam agora para a coleta de novas informações para a nova proposta de delação. Mesmo cientes de que não há garantias de que a nova colaboração será aceita, advogados do banqueiro avaliam que há potencial para Vorcaro fornecer informações inéditas e relevantes para as investigações, alcançando inclusive o meio político.
Como a CNN Brasil revelou, já foi solicitada ao STF, por exemplo, a ampliação do tempo de visita dos advogados ao ex-dono do Banco Master, que segue preso. O pedido é para que a equipe jurídica possa despachar com o banqueiro por até seis horas por dia.
O time de advogados, reforçado recentemente pelo criminalista Daniel Bialski, também pediu uma audiência com Mendonça, que poderia ocorrer nas próximas semanas.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
“A encrenca dos bolsonaristas com Alexandre de Morais nunca foi com relação a abuso de poder e parcialidade e sim por ele seguir a lei conforme determina o seu ofício
Se assim fosse, o bode expiatório da vez seria o ministro André Mendonça que flagrantemente rompe com as institucionalidades do cargo desde pequenas ações até grandes e obscenos gestos visando usurpar funções da PF
Mas está tudo certo, afinal, favores se pagam, até mesmo ilicitamente!”.
Durante anos, parte da direita brasileira ensinou ao país que ministro do Supremo não podia virar investigador, gerente de inquérito, chefe de polícia ou delegado honorário. Bastou o ministro trocar de sobrenome para surgirem doutores em elasticidade constitucional explicando que talvez possa, depende, veja bem…
Se não contar TUDO, mas TUDO MESMO, vai apodrecer na Papuda…
Canta passarinho, canta..
CNT/MDA: Lula vence Flávio Bolsonaro e qualquer outro adversário no 2º turno
A vantagem do petista para o senador é de nove pontos percentuais…