Segunda-feira, 18 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 2 de dezembro de 2025
O ex-ministro foi condenado a 26 anos de prisão
Foto: Isac Nóbrega/PRA defesa do general Walter Braga Netto apresentou na segunda-feira (1°) recurso ao plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) contra a execução da condenação do militar na ação penal da trama golpista.

Condenado a 26 anos de prisão, o general cumpre a pena nas instalações da Vila Militar, no Rio de Janeiro. Ex-ministro da Defesa e da Casa Civil no governo de Jair Bolsonaro, ele foi candidato a vice-presidente na chapa na qual o ex-presidente tentou a reeleição em 2022.
No recurso, a defesa voltou a pedir a absolvição de Braga Netto e questionou a decisão do ministro Alexandre de Moraes que, na semana passada, rejeitou os últimos recursos e determinou a execução das penas do chamado “núcleo 1” da trama golpista.
Segundo os advogados, o entendimento de que os chamados embargos infringentes dependem de dois votos pela absolvição para serem analisados nas Turmas do Supremo não está previsto no regimento interno, embora seja aplicado com base na jurisprudência da Corte.
“O regimento interno desse Supremo Tribunal Federal não faz qualquer referência à quantidade mínima de votos divergentes para cabimento de embargos infringentes contra decisão da Turma, preconizando apenas que cabem embargos infringentes à decisão não unânime do plenário ou da Turma”, disse a defesa.
Pelo entendimento de Moraes, para conseguir que o caso fosse julgado novamente, Braga Netto precisava obter pelo menos dois votos pela absolvição, ou seja, placar mínimo de 3 votos a 2 no julgamento realizado no dia 11 de setembro. No entanto, o militar foi condenado por unanimidade.
A defesa também insistiu na tese de que Braga Netto não teve ligação com a trama golpista. “Os supostos fatos criminosos imputados ao general Braga Netto no âmbito da Pet. 12.100/DF ocorreram no período de julho de 2022 a dezembro de 2022. Ou seja, período em que o ora agravante já não exercia o cargo público que lhe conferia prerrogativa de foro”, concluiu a defesa.
Cabe ao ministro Alexandre de Moraes decidir se o recurso será julgado pelo plenário da Corte.
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Na realidade, existem pastores……. e Tropeiros…esses VIVALDINOS…não são Pastores , são EXPLORADORES da fé das pessoas, penso que os verdadeiros Pastores não poderiam ser coniventes com esses VIGARISTAS….
Misturar milico e fanáticos religiosos com política dá no que deu…BRASIL acima de TUDO e LEIS acima de todos
O lugar de milico é no quartel cumprindo com seu dever, as Forças Armadas são instituições de Estado e não de Governo…aí surge uma tropa de Aloprados com ALZAIMER…dá no que DEU….cadeia nos GOLPISTAS….
Entree comunismo e ditatura me digam qual o PIOR?
Que vergonha um General de Exército, preso hoje, porque se deixou levar pela cabeça de Capitão de fileira. Nunca vi, se falar que um general de Exército obedeceu as Ordens de um Capitão. Tudo isso causado pela ganância de poder. Hoje a familia do General em sua casa, chorando pela sua falta e o General preso, cumprindo pena, por haver obedecido as ordens de um Capitão ímbecil.
Se o BREGA NETO É ASSIM, IMAGINEM COMO FOI O PAI E O AVÔ…BREGA NETO…