Terça-feira, 26 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 16 de março de 2023
Texto prevê que militares que disputarem eleições sejam compulsoriamente enviados para a reserva ou que sejam obrigados a se desligar
Foto: Valter Campanato/Agência BrasilO ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, já entregou ao Palácio do Planalto a proposta que obriga militares da ativa a se desvincularem das Forças Armadas caso escolham participar da vida política do país.
O texto prevê que militares que disputarem eleições sejam compulsoriamente enviados para a reserva ou que sejam obrigados a se desligar das Forças Armadas caso não tenham cumprido o tempo mínimo para ingressarem na reserva. A mesma regra vale para militares que ocuparem ministérios.
Segundo o Ministério da Defesa, a proposta foi encaminhada ao gabinete do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. O texto foi enviado após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em uma reunião com Múcio, ter dado aval à proposta.
O projeto está sendo construído em acordo com os comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica.
Envio ao Congresso
A discussão, agora, é como a proposta será apresentada ao Congresso Nacional. A probabilidade maior é que algum deputado da base governista assuma a autoria do projeto, acolhendo as contribuições do governo. Há um receio de que se a iniciativa partir exclusivamente do Executivo haja uma rejeição maior à proposta.
Paralelamente, há a discussão em torno das alterações do artigo 142 da Constituição Federal, para deixar claro que as Forças Armadas não podem tutelar os rumos do país, nem atuar como poder moderador. A proposta é do deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP). Se o projeto for aprovado, uma das consequências possíveis seria o fim das operações de GLO (Garantia de Lei e da Ordem).
A proposta tem forte rejeição na caserna. A posição do Palácio do Planalto é que não é o momento de discutir mudanças no artigo 142. O entendimento é que a aprovação do projeto que manda para a reserva militares que entrarem na política já é suficiente para despolitizar as forças.
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Nem aos vermelhos nem aos fascistas e sim ao pais
O verde oliva se vendeu aos vermelhos agora é só humilhação ..
Ruy Barbosa certa feita disse: as pessoas inteligentes serem governadas ou mandadas por pessoas burras, jegues( como está acontecendo hoje no país ) tem que serem estudadas, pois acredita-se que jumentice e burrice é uma ciência.
Impressionante o que os bolso-terroristas – golpistas- salafras fizeram em nosso país!!!
até q um dia o povo começa a questionar o pq pagamos caro para os militares. Ou eles começam a cumprir a CF e param de criar inimigos internos ou ficarão cada vez menos necessários para o Brasil
Perfeito.As FFAA deven lealtade ao Pais e não ao governo.
Ó serviço sem utilidade esse, caro e inútil!
Porque não adotar a ideia para todo o serviço público? Diplomatas, juízes, ministros, políticos que saltam do Congresso para o governo e vice-versa podem exercer cargos como quiserem? Políticos poderão ser juízes?
É inacreditável militares de alta patente “batendo continência” ao comunismo disfarçado de “socialismo”.
FA cada vez mais desmoralizados e submissas a orcrim de L adrão e sua quadrilha.
Onde está a honra, a dignidade, o orgulho senhores oficiais?
Vergonhoso demais?