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Política Ministério da Defesa apresenta proposta que despolitiza as Forças Armadas

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Texto prevê que militares que disputarem eleições sejam compulsoriamente enviados para a reserva ou que sejam obrigados a se desligar

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Texto prevê que militares que disputarem eleições sejam compulsoriamente enviados para a reserva ou que sejam obrigados a se desligar. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, já entregou ao Palácio do Planalto a proposta que obriga militares da ativa a se desvincularem das Forças Armadas caso escolham participar da vida política do país.

O texto prevê que militares que disputarem eleições sejam compulsoriamente enviados para a reserva ou que sejam obrigados a se desligar das Forças Armadas caso não tenham cumprido o tempo mínimo para ingressarem na reserva. A mesma regra vale para militares que ocuparem ministérios.

Segundo o Ministério da Defesa, a proposta foi encaminhada ao gabinete do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. O texto foi enviado após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em uma reunião com Múcio, ter dado aval à proposta.

O projeto está sendo construído em acordo com os comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica.

Envio ao Congresso

A discussão, agora, é como a proposta será apresentada ao Congresso Nacional. A probabilidade maior é que algum deputado da base governista assuma a autoria do projeto, acolhendo as contribuições do governo. Há um receio de que se a iniciativa partir exclusivamente do Executivo haja uma rejeição maior à proposta.

Paralelamente, há a discussão em torno das alterações do artigo 142 da Constituição Federal, para deixar claro que as Forças Armadas não podem tutelar os rumos do país, nem atuar como poder moderador. A proposta é do deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP). Se o projeto for aprovado, uma das consequências possíveis seria o fim das operações de GLO (Garantia de Lei e da Ordem).

A proposta tem forte rejeição na caserna. A posição do Palácio do Planalto é que não é o momento de discutir mudanças no artigo 142. O entendimento é que a aprovação do projeto que manda para a reserva militares que entrarem na política já é suficiente para despolitizar as forças.

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Felix Etchegaray
16 de março de 2023 23:17

Nem aos vermelhos nem aos fascistas e sim ao pais

Sergio HD
16 de março de 2023 19:47

O verde oliva se vendeu aos vermelhos agora é só humilhação ..

Artur Borba
17 de março de 2023 02:00

Ruy Barbosa certa feita disse: as pessoas inteligentes serem governadas ou mandadas por pessoas burras, jegues( como está acontecendo hoje no país ) tem que serem estudadas, pois acredita-se que jumentice e burrice é uma ciência.

Vanderlei Ochoa
16 de março de 2023 20:21

Impressionante o que os bolso-terroristas – golpistas- salafras fizeram em nosso país!!!

Ck Ps
16 de março de 2023 21:34

até q um dia o povo começa a questionar o pq pagamos caro para os militares. Ou eles começam a cumprir a CF e param de criar inimigos internos ou ficarão cada vez menos necessários para o Brasil

Felix Etchegaray
16 de março de 2023 23:15

Perfeito.As FFAA deven lealtade ao Pais e não ao governo.

Onei Gayer
16 de março de 2023 23:29

Ó serviço sem utilidade esse, caro e inútil!

Marco Antonio Longo
17 de março de 2023 12:21

Porque não adotar a ideia para todo o serviço público? Diplomatas, juízes, ministros, políticos que saltam do Congresso para o governo e vice-versa podem exercer cargos como quiserem? Políticos poderão ser juízes?

Fernando Krause
17 de março de 2023 19:33

É inacreditável militares de alta patente “batendo continência” ao comunismo disfarçado de “socialismo”.

Nilton G Veiga
17 de março de 2023 20:08

FA cada vez mais desmoralizados e submissas a orcrim de L adrão e sua quadrilha.
Onde está a honra, a dignidade, o orgulho senhores oficiais?
Vergonhoso demais?

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