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Geral Deflagrada operação no combate a quadrilha que praticava crimes fazendo o uso de artifícios incendiários e explosivos contra instituições públicas e privadas de Porto Alegre

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O objetivo da operação Érebo foi recolher materiais em 10 locais onde se encontram os responsáveis pelo grupo. (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

A Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre, deflagrou, na manhã desta quarta-feira (25), a Operação Érebo, no combate a associação criminosa que praticava crimes fazendo uso de artifícios incendiários e explosivos contra instituições públicas e privadas, na Capital. O grupo  atacava viaturas policiais, bancos, concessionárias de veículos, sedes de partidos políticos e delegacias.

Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão em Porto Alegre, Viamão e Novo Hamburgo. Na ação, diversos materiais comprovantes da participação do grupo criminoso em atentados, bem como livros que relatam os feitos, foram apreendidos. O objetivo da operação Érebo (na mitologia grega, região situada abaixo da Terra e acima do inferno) foi recolher materiais em 10 locais onde se encontram os responsáveis pelo grupo.

Segundo o delegado Paulo César Jardim, as investigações tiveram início em meados de 2016 quando houveram atentados contra a 1ª Delegacia de Polícia da Capital. “Foi colocado um explosivo com temporizador em uma viatura policial, que felizmente não funcionou. Depois foi realizado outro atentado contra a delegacia de polícia, o que desencadeou o início das investigações”, contou o delegado.

Ao total são 11 inquéritos instaurados para apurar diversos fatos praticados pelo grupo investigado, como ataques a viaturas policiais civis e militares, incêndio no pátio da Secretaria de Segurança Pública, ataques à sedes de partidos políticos, bancos privados e concessionária de veículos. “Também foi realizado um atentado a um veículo oficial do Consulado da Alemanha, em Porto Alegre”, complementou o delegado.

O Chefe de Polícia, delegado Emerson Wendt ressaltou a importância da ação realizada nesta manhã, em razão que o grupo criminoso atacava instituições como a Polícia Civil, Brigada Militar e a própria Secretaria de Segurança Pública. “Em um dos livros apreendidos na operação, os suspeitos relatavam incêndios a viaturas policiais, demonstrando o menosprezo e desrespeito ao próprio Estado”, relatou Wendt.

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