Quarta-feira, 22 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 17 de abril de 2020
Empresários esperam que um novo modelo de isolamento, só com pessoas do grupo de risco, seja analisado para retomar as atividades aos poucos
Foto: ReproduçãoNos setores mais afetados pela crise econômica provocada pelo novo coronavírus, a troca de comando do Ministério da Saúde foi bem recebida. Na quinta-feira (16), Luiz Henrique Mandetta foi substituído por Nelson Teich.
O presidente da Abih (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), Manoel Linhares, disse que faltava sintonia entre Mandetta e o presidente Jair Bolsonaro. Ele espera que um novo modelo de isolamento, só com pessoas do grupo de risco, seja analisado para retomar as atividades aos poucos.
“Estava ficando sufocante. Sendo otimista, a hotelaria vai demorar três anos para voltar ao desempenho de antes da pandemia”, afirmou.
O presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Paulo Solmucci, declarou que a dissonância entre o presidente da República e o ex-ministro causou incerteza no setor privado.
“O que está matando o empresariado é não saber o que fazer porque tem dois discursos”, disse. Segundo ele, sob o ponto de vista de gestão, Mandetta perdeu valor. As informações são da Coluna Painel S.A.
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Certgo, a súde e o bem estar do ser humano vem em primeiro lugar. Porém, com a Economia quebrada, e o País falido, NÃO HÁS AÚDE NEM BEM ESTAR.