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Brasil Departamento de Sérgio Moro vai apurar dados sobre Flávio Bolsonaro

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(Foto: Pedro França/Agência Senado)

O MPE-RJ (Ministério Público Estadual do Rio) solicitou ao DRCI (Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica), do Ministério da Justiça, dados sobre empresa panamenha envolvida em transações imobiliárias do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Subordinado ao ministro Sérgio Moro, o DRCI possui tratados com órgãos de vários países para para intercâmbio de informações patrimoniais.

De dezembro de 2008 a setembro de 2010, Flávio Bolsonaro comprou 12 salas em condomínio da Barra da Tijuca, no Rio, ao preço declarado de R$ 2,6 milhões. As unidades foram revendidas, em outubro de 2010, à MCA Exportação e Participações por R$ 3,167 milhões, gerando lucro de R$ 504,9 mil. A MCA é sócia da Listel, empresa com sede no Panamá, um paraíso fiscal. A suspeita dos procuradores é que o negócio seja um esquema de lavagem de dinheiro.

A diretora do DRCI, Erika Morena, foi nomeada para o cargo pelo ministro Sergio Moro. Delegada federal, participou da criação da Lava-Jato em Curitiba e foi a responsável por batizar a operação. Bolsonaro reagiu ao caso. “Estão fazendo esculacho em cima do meu filho. Querem me atingir? Venham para cima de mim”, disse.

Plenário

O senador Flávio Bolsonaro se retirou do plenário durante um discurso de Renan Calheiros contra seu pai, o presidente Jair Bolsonaro. “O presidente, em um cacoete golpista, culpou a política como sendo o grande problema do Brasil. Bolsonaro acumula 28 anos de mandato e tem três filhos políticos”, disse o emedebista.

Calheiros foi além e ironizou a família Bolsonaro. “Somados todos os mandatos da família, superam cinquenta anos vivendo às custas da política que ele tenta demonizar”, disparou Calheiros, fazendo Flávio abandonar a sessão de imediato.

Condecorar

O presidente Jair Bolsonaro decidiu condecorar novamente seus filhos Flávio e Eduardo Bolsonaro. Desta vez, os dois serão agraciados com a medalha da Ordem do Mérito Naval, da Marinha. Há menos de um mês, ambos já haviam recebido a Ordem Nacional de Rio Branco, a mais alta condecoração do Itamaraty. A informação foi publicada no Diário Oficial da União de hoje. Além de Flávio (senador pelo PSL) e Eduardo (deputado pelo mesmo partido), receberão a condecoração 14 ministros, 7 governadores, outros 14 deputados e mais 2 senadores, além de outras personalidades, totalizando 52 nomes.

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