Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 17 de março de 2023
Uma apoiadora do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) presa pela Polícia Federal por participação nos atos de 8 de janeiro disse em depoimento que uma deputada federal bolsonarista e dois candidatos a deputado do Mato Grosso (um deles suplente) financiaram a viagem de extremistas do estado até Brasília.
É a primeira vez que um parlamentar é citado como organizador de caravana que visava derrubar o recém-empossado presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por meio meio de uma intervenção militar.
Detida em janeiro, Gizela Cristina Bohrer, 60 anos, é aposentada e moradora de Barra do Garças (MT). Ela contou à PF ter chegado a Brasília em 7 de janeiro, um sábado, véspera da invasão e depredação das sedes dos Três Poderes.
No depoimento, ela disse ter embarcado em um ônibus gratuito e que a caravana foi organizada pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT), policial militar eleita para seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados, e pela candidata a deputada federal Analady Carneiro da Silva (PTB-MT), que não se elegeu, e pelo candidato a deputado estadual Rafael Yonekubo (PTB-MT), que ficou como suplente.
“Os três coordenam grupos de WhatsApp e organizam caravanas para Brasília já há dois anos; que tais caravanas tinham por objetivo o apoio ao então Presidente Bolsonaro, tais como fizeram por ocasião dos desfiles de 7 de setembro e 15 de novembro de 2021 e 2022”, contou à PF.
“Todo mundo que vem nesses ônibus vem de graça e recebe todas as refeições de graça”, completou. Além de citar os nomes deles, Gizela deu os números de telefones dos três, que ainda são usados pelos políticos.
Ao ser detida, a mulher teve seu celular apreendido e forneceu a senha aos investigadores, para permitir o aprofundamento das investigações.
As informações foram publicadas em reportagem assinada pelo colunista Aguirre Talento. Ele disse que, procurados, os três políticos citados negaram participação no fretamento de caravanas para o 8 de janeiro.
“Em anos anteriores, quando tivemos aqueles primeiros movimentos, como do 7 de setembro, todos nós ajudamos, mas em 2023, não. Não tenho participação e nem sei quem é essa pessoa que está falando”, afirmou a deputada Coronel Fernanda à coluna.
A reportagem lembrou que a PF fez busca e apreensão contra Analady Carneiro e Rafael Yonekubo em dezembro do ano passado, sob suspeita de que eles estavam incentivando a realização de atos antidemocráticos pelo país.
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Expertise + pão + mortadela
Ah tá. Então tá.
o q n isenta a porcaria do oito de janeiro pelos vândalos bolsonaristas
Essa prática de ônibus de graça, não parece muito estranha, acredito que já foram utilizadas várias vezes em tempos não tão distantes, tem pessoas e partidos com muita expertise nisso!
olha a cara da aposentada…essa direita é um lixo uma vergonha…um bando de moralista tudo de cuaeca
Ou ganha no voto ou vai por mal. Ou nós ou nós. Direita nunca mais. Não sabem perder e queriam golpe. Não me representam. E eu fui induzido a votar “nisto”. Bolsonaro acabou.
tudo obra de infiltrados então? kkkkk
Novata que deve ter estabelecido contato via whatsap com muitos possíveis eleitores e com certeza alguns infiltrados, que de antemão prepararam o ardil.
hahahahahahahahahahahahahaahh a ongonorança é o que astravanca o pogrécio…
No diabólico lulopetismo tudo é possível… até montar uma farsa para incriminar gente inocente.
A primeira coisa que tinha que acabar é essa mamata que militar tem de usar farda fora de serviço. Tá fora de serviço, tira a farda. A segunda mamata é acabar com esse foro previlegiado de justiça militar. O máximo que fazerm é aposentar vagabundo e fascista. Ou alguém já viu militar pagar por algum crime?
Marginalha de direita . Misturar Milico,pastor e político mau caráter deu no que deu….Brasil acima de tudo, LEI ACIMA DE TODOS.
Um indivídiuo apoiar financeiramente uma caravana (pagar aluguel de ônibus, alimentação, etc) não caracteriza responsabilidade por eventual vandalismo. Que se investigue de forma justa e imparcial e se apure, até lá tudo será falácia e mititância transloucada. Duvido que uma coronel da PM iria se prestar a uma atitude ao nivel asqueroso da esquerda.