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Colunistas Deputado quer medir impacto dos concursos no orçamento gaúcho

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Deputado Giusepe Riesgo vê equívoco na medição do impacto dos novos cargos. (Foto: Divulgação/ALRS)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Depois de ingressar na Justiça em março, para suspender a realização de concursos em áreas não essenciais, agora o líder da Bancada do NOVO na Assembleia gaúcha, Giuseppe Riesgo, apresentou projeto de lei para que o governo apresente estudo de impacto financeiro na abertura de novos concursos públicos. O deputado explica que o objetivo é tornar mais realistas as projeções financeiras envolvendo a contratação de pessoal e medir as promoções e eventuais reajustes concedidos para os servidores. Ele explica:

“A ideia é introduzir a perspectiva de longo prazo na análise do impacto no orçamento das despesas com novos concursos, para auxiliar o Executivo no controle das despesas. Atualmente, para abrir novos concursos públicos, é necessário atender a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Lei de Diretrizes Orçamentárias, que já preveem a estimativa de impacto financeiro. No entanto, a previsão do impacto só é realizada nos dois primeiros anos após o preenchimento da vaga. Uma completa irracionalidade, sendo que os novos servidores geram despesas por quase 60 anos”, avalia.

Dois prefeitos protagonistas no RS

Sebastião Melo, em Porto Alegre (MDB) e Jairo Jorge (PSD), em Canoas, têm assumido um protagonismo importante na busca de alternativas para o enfrentamento da pandemia, muito além do achismo do abre e fecha das atividades econômicas, e da restrição à locomoção dos cidadãos.

Em Canoas, Jairo Jorge agora anuncia a reabertura do Restaurante Popular, desativado há dois anos, e que voltará a funcionar ainda neste mês de abril, garantindo 200 almoços por dia ao valor de R$ 1,00, cada.

Em Porto Alegre, Sebastião Melo, orientado pelo médico Mauro Sparta, secretário da Saúde, anuncia que vai abrir 60 leitos de retaguarda nesta quinta-feira, exclusivos para Coronavirus, no Hospital Vila Nova, com enfermaria totalmente equipada dentro dos melhores padrões do setor.

Vem aí a Liberdade Econômica na capital

Será na próxima segunda-feira, dia 26, a promulgação da Lei Municipal da Liberdade Econômica da capital gaúcha, inspirada na legislação criada em âmbito estadual, pelo deputado Rodrigo Lorenzoni (DEM). A legislação de Porto Alegre tem a autoria do atual vice-prefeito Ricardo Gomes (DEM).

Rio Grande do Sul: estratégia causou recorde de mortes

A estratégia gaudéria do abre e fecha rendeu ao Rio Grande do Sul um triste recorde. Ontem, o deputado federal Osmar Terra mostrou dados oficiais indicando que “há um ano, parte da imprensa acusava a Suécia de praticar o genocídio, porque defendia a quarentena vertical. Agora, lamentavelmente, os números falam por si. Em mortes Covid por milhão de habitantes, comparando locais onde foi implantada a quarentena vertical (Suécia) e horizontal:

Suécia -1359;
Brasil-1747;
Reino Unido-1867;
São Paulo-1920;
Rio Grande do Sul-2040 (Fonte: MS-covidvisualizer).

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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7 Comentários
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Vanderlei Ochoa
20 de abril de 2021 13:10

Sim. Os culpados pela crise são os funcionários públicos. Os empresários que sonegam bilhões, não têm culpa alguma….sempre a mesma retórica. Essa tecla já afundou.

Ck Ps
20 de abril de 2021 16:16

Juliano Soares serviu o chapéu kkkk

Juliano Soares
20 de abril de 2021 15:37

Ck Ps comentário idiota e de um fake, sai daqui fake.

Ck Ps
20 de abril de 2021 15:26

cuidado, virão terraplanistas ignorantes te acusar de comunista kkkk

Marcelo Pires
20 de abril de 2021 13:40

Porque esse deputado não defende um sistema político igual ao da Suécia para deputados. Garanto que sobraria muita grana para ajudar o povo. E sem contar que na Suécia é um Estado de bem estar social, não essa desgraça que vivemos aqui.

Jorge Souza
20 de abril de 2021 21:30

O SACO DO SENHOR OSMAR TERRA JÁ DEVE ESTAR SE ARRASTANDO NO CHÃO, DE TANTO O COLUNISTA PUXAR

Denise Goulart de Munhós
21 de abril de 2021 00:44

As novas façanhas são reviver a Revolução Farroupilha através do número de óbitos tanto de pessoas quanto de empresas devido as restrições as atividades econômicas e laborais.

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