Sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 14 de dezembro de 2020
O esquema consistia na legalização de terras griladas no Oeste do Estado
Foto: PF/DivulgaçãoDuas desembargadoras do TJ-BA (Tribunal de Justiça da Bahia) – Lígia Maria Ramos Cunha Lima e Ilona Márcia Reis – foram alvo de mandados de prisão temporária durante a Operação Faroeste, deflagrada pela PF (Polícia Federal) na manhã desta segunda-feira (14) para combater um esquema de venda de decisões judiciais no Estado.
Outros alvos da ação são o secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, e a chefe de gabinete da pasta, delegada Gabriela Caldas Rosa de Macêdo. Barbosa ficará afastado do cargo por um ano. Gabriela também foi afastada da função.
Por meio de nota, o governo do Estado disse que irá cumprir a decisão judicial e que aguarda as informações oficiais do processo em curso para tomar as medidas cabíveis.
A investigação aponta a existência de um esquema de venda de decisões judiciais por juízes e desembargadores da Bahia, com a participação de membros de outros Poderes, que operavam a blindagem institucional da fraude.
O esquema, segundo a denúncia, consistia na legalização de terras griladas no Oeste do Estado. A organização criminosa investigada contava ainda com laranjas e empresas para dissimular os benefícios obtidos ilicitamente.
Há suspeitas de que a área objeto de grilagem supere os 360 mil hectares e de que o grupo envolvido na dinâmica ilícita tenha movimentado cifras bilionárias.
Os mandados de prisão temporária foram expedidos pelo ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Og Fernandes, após pedido da subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
A MULHERADA É LIJEIRA!!!!
Jorge Souza respeito tua opinião, mas conheço a política da Bahia desde a década de 70, mas agora, nos tempos do FHC e seus comparsas petistas, explodiu, tanto é verdade, se não sabes, o Presidiário LULARÁPIO disse na Rádio Metrópole que o povo baiano se vende por R$ 10,00 reais.
Quanto a política baiana, no tempo do Malvadeza se roubava, não discordo, mas com PT saquear
MANO NÃO SEI QUANTOS ANOS VOÇÊ TEM , MAS OS MAGALHÃES ERAM E SÃO DONOS DA BAHIA ACHO QUE DESDE A CHEGADA DO PEDRO ALVÁRE S CABRAL, SEM FALAR NO GEDEL VIEIRA QUE TINHA 51 MILHÕES DE REAIS DENTRO DE MALAS E CAIXAS DE PAPELÃO E NO MINÍMO METADE DO TERRITÓRIO BAIANO EM FAZENDAS E AI VOÇÊ SÓ CITA O JAQUES WAGNER, COM TODO O RESPEITO MAS É TENDENCIOSA A SUA COLOCAÇÃO
Vão formar um Tribunal de Justica nua presídios da Bahia? Já tem a ex-presidente presa, agora duas desrmbargadoras, o que está havendo naquele Poder Judiciario, será que se espelharam no ex-governador, hoje Senador, Jaques Wagner e seus discípulos? Ainda bem que a Justiça Federal vai em frente, pois não tem o MORO para proteger os criminosos, pois até então na Bahia tudo debaixo do Tapete, o povo baiano não merece isto, pode ser que agora aprendam a não votar em quadrilheiros, corruptos, ladrões e bandidis, além de ouvir do criminoso e presidiário LULARÁPIO que o povo da Bahia se venddmpir… Leia mais »
Instituições apodrecidas. Autoridades depravadas.