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Brasil Desemprego cresce em todas as regiões do País no segundo trimestre deste ano

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O tipo mais comum de débito é relacionado à alimentação, seguido por transporte, instrumentos de trabalho e aluguel (Foto: Tiago Queiroz/AE)

O desemprego subiu em todas as regiões do País no segundo trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2015: Norte (de 8,5% para 11,2%); Nordeste (de 10,3% para 13,2%); Sudeste (de 8,3% para 11,7%); Sul (de 5,5% para 8%) e Centro-Oeste (de 7,4% para 9,7%). No primeiro trimestre de 2016, as taxas haviam sido de 12,8% no Nordeste; de 11,4% no Sudeste; de 10,5% no Norte; de 9,7% no Centro-Oeste; e 7,3% no Sul, segundo dados da Pnad Contínua divulgados nesta quarta-feira (17) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Considerando todos os locais, a taxa ficou 11,3%. Entre as unidades da Federação, as maiores taxas de desocupação no segundo trimestre de 2016 foram observadas no Amapá (15,8%); Bahia (15,4%) e Pernambuco (14,0%), enquanto as menores taxas estavam em Santa Catarina (6,7%), Mato Grosso do Sul (7%) e Rondônia (7,8%). A taxa de desemprego no Rio Grande do Sul atingiu 8,7%. No mesmo período do ano passado, estava em 5,9%. O número de desempregados no Estado chegou a 530 mil.

Considerando todas as regiões, o nível de ocupação – que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar – ficou em 54,6% no Brasil. Estão abaixo da média as regiões Nordeste (48,6%) e Norte (54,4%).

Para aqueles que estão empregados, o rendimento médio ficou em R$ 1.972. Recebem acima da média do País os trabalhadores do Sudeste (R$ 2.279), do Centro-Oeste (R$ 2.230) e do Sul (R$ 2.133). Abaixo da média estão os salários pagos no Norte (R$ 1.538) e no Nordeste (R$ 1.334).

Na análise das unidades da Federação, o maior salário foi registrado no Distrito Federal (R$ 3.679), seguido por São Paulo (R$ 2.538) e Rio de Janeiro (R$ 2.287). Por outro lado, os menores rendimentos foram observados no Maranhão (R$ 1.072), na Bahia (R$ 1.285) e no Ceará (R$ 1.296).

No segundo trimestre de 2016, os percentuais de empregados no setor privado com carteira de trabalho nas grandes regiões foram de 85,4% no Sul; 82,7% no Sudeste; 77,5% no Centro-Oeste; 61,5% no Norte e 62,2% no Nordeste. A média no Brasil foi de 77,3%.

tags: Brasil

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