Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 28 de novembro de 2025
O rendimento real habitual dos trabalhadores foi de R$ 3.528
Foto: Agência BrasíliaA taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em outubro, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), divulgada nessa sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado veio abaixo das expectativas do mercado, que projetavam um recuo da taxa para 5,5%, e marcou o menor nível da série histórica iniciada em 2012.
A taxa caiu nas duas bases de comparação:
* recuou 0,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, passando de 5,6% para 5,4%;
* e diminuiu 0,7 ponto percentual frente ao mesmo período de 2024, quando estava em 6,2%.
Além disso, a população desocupada (5,9 milhões) foi a menor registrada pela série histórica. Já o número de pessoas sem trabalho caiu 3,4% no trimestre (menos 207 mil) e recuou 11,8% em relação ao ano anterior (menos 788 mil).
“Quando observamos todos os trimestres móveis encerrados em outubro, essa taxa é a menor já registrada pela pesquisa. Também vemos que a população desocupada permanece abaixo dos patamares observados anteriormente”, aponta Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE.
Enquanto isso, a população ocupada totalizou 102,6 milhões, permanecendo estável no trimestre e representando um aumento de 926 mil pessoas na comparação anual.
O nível da ocupação, considerando as pessoas empregadas dentro da população em idade de trabalhar, ficou em 58,8%, mantendo estabilidade tanto frente ao trimestre anterior quanto em relação ao mesmo período de 2024.
Formalização
Ainda segundo os dados do IBGE, o setor privado registrou 52,7 milhões de empregados, o maior número da série histórica, ainda que sem mudanças relevantes no trimestre ou no ano.
Os trabalhadores com carteira assinada somaram 39,2 milhões – novo recorde da série –, mantendo estabilidade no trimestre e registrando alta de 2,4% em relação ao ano anterior, o que representa mais 927 mil pessoas.
* Já os empregados sem carteira chegaram a 13,6 milhões, número estável no trimestre e 3,9% menor no ano (menos 550 mil pessoas).
* No setor público, o contingente foi de 12,9 milhões, estável no trimestre e 2,4% acima do registrado um ano antes (mais 298 mil pessoas).
* O total de trabalhadores por conta própria atingiu 25,9 milhões, também estável no trimestre, mas 3,1% maior no ano (acréscimo de 771 mil pessoas).
A taxa de informalidade permaneceu em 37,8% da população ocupada – o equivalente a 38,8 milhões de pessoas –, repetindo o percentual do trimestre anterior e ficando abaixo dos 38,9% observados no mesmo período de 2024.
O contingente da força de trabalho, que reúne pessoas ocupadas e desocupadas, foi estimado em 108,5 milhões no trimestre de agosto a outubro de 2025, permanecendo estável tanto na comparação trimestral quanto na anual.
Setores
Na passagem do trimestre, o mercado de trabalho mostrou avanço em setores ligados à construção e aos serviços públicos essenciais, indicando continuidade da absorção de mão de obra nessas áreas.
Por outro lado, atividades enquadradas em “outros serviços” recuaram, refletindo uma acomodação após meses de estabilidade.
Veja a variação por grupamentos de atividade em relação ao trimestre móvel anterior:
* Construção: +2,6% (mais 192 mil pessoas);
* Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: +1,3% (mais 252 mil pessoas);
* Outros serviços: –2,8% (menos 156 mil pessoas).
Na comparação anual, o mercado de trabalho mostrou avanços concentrados em setores ligados ao transporte e às atividades públicas, que seguiram ampliando contratações. Já os segmentos de serviços mais dispersos e o trabalho doméstico recuaram.
– Veja a variação dos grupamentos comparada ao período ago–out/2024:
* Transporte, armazenagem e correio: +3,9% (mais 223 mil pessoas);
* Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: +3,8% (mais 711 mil pessoas);
* Outros serviços: –3,6% (menos 203 mil pessoas);
* Serviços domésticos: –5,7% (menos 336 mil pessoas).
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Veio arrombado…tu vota nesta quadrilha a DECADAS….e a tua vida é esta merda……e eles BILIONARIOS…
Já falei tu é aquele cara que PAGA para alguem comer teu maridão….Pois tu gosta de ver os outros fazendo a festa…
Lula IV já é uma certeza
VCS NÃO TEM VERGONHA DE PUBLICAR UMA MENTIRA DESSAS??? 50% DA POPULAÇÃO NÃO ESTA PROCURANDO EMPREGO PORQUE RECEBE ESSE AUXILIO VAGABUNDO…
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Nov 21, 2025 · Metade do Brasil vive de auxílio. Aqui está a verdade que ninguém fala.Neste vídeo, compartilho uma reflexão profunda sobre o fato de que 50% da população….
Enquanto isso:
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Aug 22, 2025 · Segundo o levantamento, entre 50,6 e 61,6 milhões de brasileiros
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Nov 6, 2025 · Endividamento das famílias brasileiras bate recorde em outubro de 2025,
Assim fica fácil não ter desemprego, pois boa parte da população economicamente ativa e em condições de trabalhar vive de auxílios e o lulopetismo os considera como “empregados”…
Retardado mental. Vai te tratar
IBGE LULISTA é uma vergonha:
http://www.contrafatos.com.br › numero-de-moradores-de
Aug 12, 2025
Número de moradores de rua no Brasil dobra em menos de dois anos …
Que ruim esse governo, gerar empregos, programas sociais, melhoria dos salários, inflação sob controle, crescimento econômico, melhoria na vida do povo pobre, etc etc e tal. E a marginalha da direita golpista dando contra
Parabéns ESTADISTA LULA.
O cidadão que levar uma noticia desta a serio, ou não tem serebro ou vive em outro mundo, bolsa voto é considerado emregado.
Dois jumentos enaltecendo o jumento mor, os vanderleis, como podem ser tão pequenos de não ver o que está acontecendo, são beneficiários do borsa famia, traficantes ou ladrões porque esta classes são as preferidas do quebra economia.
Hum, mas temos democracia!! Quase ninguém da Direita ainda comenta no site do Terra, porque tem medo de represálias, mas temos o Estado Democrático de Direito, mas vão tomar no Arch, tropa de gente mau caráter.
Os jornais todos conivente com as mentiras, como um jornalista publica um bla,blá-blá-blá,blá-blá-blá desses de estatística de emprego, vão ter vergonha na cara.
Com um petista no comando do IBGE, qualquer mentira sai fácil. Óbvio que eles deixam de foram a turma que mama no governo com a Bolsa Família e outros penduricalhos mais.