Quarta-feira, 22 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 30 de novembro de 2022
Considerando apenas os trimestres terminados em outubro, trata-se da menor taxa desde 2014
Foto: DivulgaçãoA taxa de desemprego no Brasil caiu para 8,3% em outubro, atingindo o menor nível desde 2015, apontam os dados divulgados nessa quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Considerando apenas os trimestres terminados em outubro, trata-se da menor taxa desde 2014. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad).
De acordo com o IBGE, o País chegou ao final de outubro com cerca de 9 milhões de desempregados, o que corresponde ao menor contingente já registrado desde julho de 2015. Já a população ocupada no mercado de trabalho foi estimada em 99,7 milhões de pessoas, novo recorde da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.
Na comparação com igual trimestre do ano passado, a taxa de desemprego recuou 3,8 pontos percentuais (p.p.), enquanto o número de desempregados foi reduzido em 3,9 milhões de pessoas, o que corresponde a uma queda de 30,1%.
O nível da ocupação – ou seja, o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar – chegou a 57,4%, 2,8 p.p. acima do registrado em outubro do ano passado.
Já a taxa composta de subutilização caiu para 19,5%, 6,7 p.p. abaixo da registrada no mesmo trimestre do ano passado. A população subutilizada somou 22,7 milhões de pessoas, 7,2 milhões a menos que em outubro de 2021, o que corresponde a uma queda de 24,2% no período.
Sem carteira
De acordo com o IBGE, o número de empregados com carteira de trabalho assinada manteve trajetória de crescimento. Todavia, o maior aumento da ocupação se deu entre trabalhadores sem carteira assinada, cujo contingente atingiu recorde histórico.
Na comparação com o trimestre terminado em outubro do ano passado, o total de trabalhadores com carteira assinada (nos setores privado e público, incluindo os trabalhadores domésticos) passou de 36,4 milhões para 39,4 milhões, um aumento de 8,3%, o que corresponde a 3 milhões de pessoas a mais empregadas formalmente.
Já o contingente de trabalhadores sem carteira assinada (nos setores privado e público, incluindo os trabalhadores domésticos) passou de 18,5 milhões para 21 milhões no mesmo período, 2,4 milhões a mais nessa condição, o que corresponde a uma alta de 13,2%.
Também bateu recorde histórico o número de trabalhadores ocupados no setor público, somando 12,3 milhões de pessoas, 1,2 milhão a mais no confronto anual, o que corresponde a um aumento de 10,4%.
O número de empregadores somou 4,4 milhões de pessoas, 13,3% a mais que em outubro do ano passado, o que equivale a um incremento de 514 mil pessoas ocupadas nesta condição.
Já o contingente de trabalhadores por conta própria foi estimado em 25,4 milhões de pessoas, estável na comparação com igual período do ano passado.
Informalidade
Diante do recorde de trabalhadores sem carteira assinada, a informalidade se manteve em patamar alto. A taxa de formalidade ficou em 39,1%, o que representa cerca de 39 milhões de trabalhadores informais dentro do contingente de 99,7 milhões de ocupados no país.
O IBGE considera como trabalhador informal aquele empregado no setor privado sem carteira assinada, o doméstico sem carteira assinada e o que atua por conta própria ou como empregador sem CNPJ, além daquele que ajuda parentes em determinada atividade profissional.
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É só saber que Lula vai assumir, o Brasil começa a andar pra frente. Viva LULA e viva a democracia!!!!
Resultado de um trabalho sério e dedicado do atual governo🇧🇷, que mesmo numa pandemia mundial não mediu esforços e conseguiu reverter o desemprego do “fecha tudo” de prefeitos e governadores ditadores, enquanto tais gestores ficavam em seus palácios sendo sustentados pelo pagador de impostos que foi impedido de trabalhar dignamente para sobreviver.
Mas, infelizmente, será novamente lulopetizado para mandar o Brasil de volta ao abismo “socialista”.
Na União Europeia, o índice de 6% já é considerado como pleno emprego.
O Brasil estava decolando, pena que o teve gente que se vendeu por picanha e cervejinha….kkkk
Aguardem a chegada no novo Dilmo, o destruidor de empregos….
Aliás, o cara só trabalhou quando era torneiro mecânico. De lá pra cá, foi só mordomia. Ainda bem que D. Marisa era uma mulher previdente e fez uma previdência como dona de casa. Amealhou 5,4 milhões de reais…..kkkkkk