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Por Redação O Sul | 26 de agosto de 2015
Com procura maior e falta de vagas, a taxa de desemprego subiu no segundo trimestre deste ano e chegou a 8,3% no País, segundo dados divulgados nessa terça-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). É a maior taxa da série histórica, que teve início em 2012. No primeiro trimestre deste ano, o índice foi de 7,9%. Já no segundo trimestre de 2014, a taxa foi de 6,8%. A população desocupada, de 8,4 milhões de pessoas, subiu 5,3% frente ao primeiro trimestre e, ante o segundo trimestre de 2014, o avanço foi de 23,5%.
A população ocupada foi estimada em 92,2 milhões, estável frente ao primeiro trimestre e ao mesmo período de 2014. Segundo o IBGE, 78,1% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, percentual estável em relação ao trimestre anterior e a igual trimestre de 2014.
No Brasil, 38,7% das pessoas em idade de trabalhar foram classificadas como fora da força de trabalho, ou seja, aquelas que não estavam ocupadas nem desocupadas na semana de referência da pesquisa. A população fora da força de trabalho era composta em sua maioria por mulheres. O Nordeste foi a região que apresentou a maior parcela de pessoas fora da força de trabalho, 42,8%. Sul (36,0%) e Centro-Oeste (34,8%) tiveram os menores percentuais.
Números
Os números fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, que substitui a tradicional Pnad anual e a Pesquisa Mensal de Emprego. São investigados 3.464 municípios brasileiros e aproximadamente 210 mil domicílios em um trimestre. (AG)
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