Quinta-feira, 18 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 26 de novembro de 2015
A presidenta Dilma Rousseff promulgou a lei que determina a impressão do voto na urna eletrônica, conforme publicação no Diário Ofical desta quinta-feira (26). Aprovada pelo Congresso na minirreforma eleitoral, a impressão foi vetada pela presidenta em setembro. O veto, porém, foi derrubado na última quarta-feira (18), e o novo sistema será usado a partir das eleições de 2018.
Pelo texto da nova lei, o comprovante será depositado em um local lacrado após a confirmação pelo eleitor de que a impressão está correta. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) manifestou-se contrariamente à sanção do item porque isso geraria “altos custos”, com impacto de 1,8 bilhão de reais.
Gastos
A área técnica do tribunal detalha gastos de 1,8 bilhão de reais previstos para a compra, manutenção e transporte das impressoras, entre outros custos. Seria necessário, por exemplo, comprar 833.036 impressoras (uma para cada urna) de um modelo cujo tamanho é semelhante ao que é usado para emitir notas fiscais.
A quantidade inclui também a aquisição de mais urnas eletrônicas – atualmente existem 451 mil –, já que, segundo o tribunal, seria necessário abrir mais locais de votação para compensar o tempo maior previsto para cada voto e, assim, evitar atrasos. (AG)
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