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Política Diplomacia de Lula deverá ter debate sobre mudanças climáticas como prioridade

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Um dos sinais dessa mobilização é a ida de Lula à COP-27, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, ainda em 2022

Foto: Divulgação
Evento climático da ONU começa neste domingo (6) e deve contar com 200 países. (Foto: Divulgação)

A diplomacia do terceiro mandato do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem como prioridade o debate sobre as mudanças climáticas. Um importante diplomata brasileiro com proximidade com o futuro governo afirma que o Brasil tem que entrar no jogo, como o herói ou vilão, e espera entrar como herói. E o que está em jogo, segundo essa fonte, não é apenas a Floresta Amazônica, mas a importância que esse tópico ocupa na agenda global.

Um dos sinais dessa mobilização é a ida de Lula à COP-27, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2022, em Sharm El Sheikh, no Egito. A presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), confirmou a ida do petista ao evento, a convite do Consórcio Interestadual da Amazônia Legal.

Outras pautas

A atenção à agenda climática não deve ofuscar outras pautas. A integração latino-americana e os interesses econômicos e comerciais também devem ter espaço nas prioridades internacionais do país. Além disso, devido à mobilização do presidente eleito, o país pode ser convocado a atuar em outras frentes, como a agenda de paz e segurança mundial.

Após a proclamação dos resultados das eleições, Lula recebeu mensagens de felicitação tanto de Vladimir Putin, presidente da Rússia, quanto de Volodymyr Zelensky, da Ucrânia. Anteriormente, durante os mandatos de Lula, o governo brasileiro participou de diálogos relacionados aos conflitos no Oriente Médio e, principalmente, as negociações que levaram ao acordo nuclear com Irã. A maior parte desses engajamentos foi feita a convite do governo dos Estados Unidos, com a proximidade dos presidentes George W. Bush e Barack Obama.

Imagem no exterior

Sobre a melhoria da imagem do Brasil no exterior, fontes do Partido dos Trabalhadores consideram que esta é uma consequência. Na avaliação dessas pessoas, a diplomacia pode contribuir ou atrapalhar, mas o fundamental são as atitudes: reduzir os incêndios em florestas, cuidar dos direitos humanos, combater o racismo e tratar bem os países vizinhos.

A escolha de um novo ministro das Relações Exteriores passará pela questão de escolher um diplomata de carreira ou um político para comandar o Itamaraty. No partido, essa dicotomia pode perder importância. O presidente eleito deve, de acordo com as fontes da legenda, buscar alguém com quem tenha afinidade e com conhecimento dos grandes temas internacionais.

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