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Política Diretor do Butantan diz que embaixador da China relatou “inconformismo” com ataques ao país

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"Nós, que estamos na ponta, sentimos isso. Negar isso não é possível", declarou Dimas Covas sobre a dificuldade de obter insumos

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
"Nós, que estamos na ponta, sentimos isso. Negar isso não é possível", declarou Dimas Covas sobre a dificuldade de obter insumos. (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou à CPI da Covid nesta quinta-feira (27) que o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, relatou “inconformismo” com ataques contra o país asiático feitos por autoridades brasileiras.

Dimas disse ainda que declarações anti-China prejudicam a obtenção da matéria-prima para a produção das vacinas contra a Covid-19. O país é o maior exportador mundial dos insumos.

“O embaixador da China deixou muito claro que posições que são antagônicas, que desmerecem a China, causam inconformismo do lado chinês”, disse Dimas. “Isso se reflete nas dificuldades burocráticas [na obtenção de insumos para a vacina]. Eram resolvidas em 15 dias. Agora, mais de mês. Nós, que estamos na ponta, sentimos isso. Negar isso não é possível”, declarou o diretor do Butantan.

“Tínhamos o compromisso de entregar 12 milhões de doses em maio, e entregamos 5 milhões. A produção foi retomada com a chegada da nova matéria-prima, e vamos entregar 6 milhões a partir de 12 de junho. Houve 7 milhões de doses que poderiam ter sido produzidas e entregues em maio de acordo com o cronograma inicial”, detalhou.

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5 Comentários
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Ck Ps
27 de maio de 2021 18:57

claro, é aquelas soluções de papo de botequim. Se faltar dinheiro, imprime mais tb kkkkk Bolsominion só viaja, incrível

Ildefonso Pavan
27 de maio de 2021 17:09

É so deixar eles sem comida por um mês que as vacinas virão a mil pelo Brasil !

Juliano Soares
27 de maio de 2021 18:16

Os caras chamam o empregado do Dória, parece até piada…

Vilson Scholz
27 de maio de 2021 18:20

Em todo o mundo os laboratórios só entregaram uma parcela do que prometeram. Vendem, mas entregam quando for possível. Na Alemanha, por exemplo, os laboratórios tinham prometido 80 milhões de doses até o final de junho. Até agora, entregaram 31 milhões. Mas, como somos americanos (do tipo ‘norte-americano’), só vemos o que acontece dentro de nossas fronteiras. Ah, e tem o famoso ‘perigo amarelo’, de que se falava no século passado. Não pode olhar atravessado para os ‘sineses’… Quem pode pode, quem não pode se sacode!

Fernando Krause
27 de maio de 2021 19:22

Será que é isso mesmo? Ou ele está dizendo o que o “presidenciável…” Dória mandou dizer? É lamentável usarem o Butantan para a política!

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