Terça-feira, 26 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Mundo Disparada do coronavírus ameaça causar colapso do sistema de saúde de Cuba

Compartilhe esta notícia:

Cotação do dólar bateu recorde no paralelo. (Foto: Reprodução)

Cuba está chamando de volta centenas de médicos que trabalham no exterior e convertendo hotéis em centros de isolamento e hospitais para combater uma crise de covid-19 que está sobrecarregando os sistemas de saúde e mortuário em partes da ilha caribenha.

O país, que conseguiu conter as infecções durante a maior parte do ano passado, agora enfrenta um dos piores surtos do mundo, atiçado pela disseminação da variante Delta mais infecciosa, ao mesmo tempo em que se apressa para vacinar a população.

A média móvel de sete dias de casos confirmados de covid-19 de Cuba aumentou oito vezes em dois meses e chegou a 5.639 para cada milhão de habitantes — dez vezes a média mundial.

Um de cinco exames é positivo, quatro vezes mais do que a referência de 5% de positividade citada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A média de sete dias de mortes confirmadas de covid-19 é de cerca de 52 para cada milhão de habitantes, seis vezes a média mundial, mas o número real pode ser muito maior quando se computam possíveis casos não diagnosticados.

A disparada de covid-19 acontece em meio à pior crise econômica cubana em décadas, que já causou falta de remédios e longas filas para produtos escassos, o que complica a implantação de lockdowns.

A dificuldade causa espanto em parte do país comunista, onde o direito ao atendimento de saúde é considerado sacrossanto.

“Testemunhei filas de mais de 20 horas, pessoas morrendo nos corredores (da policlínica)”, escreveu Ana Iris Diaz, professora da universidade da cidade cubana central de Santa Clara e autodenominada “revolucionária”, em uma postagem de Facebook que viralizou nesta semana.

Doação

O navio nicaraguense Augusto César Sandino desembarcou na última sexta-feira (6) no porto de Mariel, 50 quilômetros a oeste de Havana, com uma doação de óleo e feijão para amenizar a escassez de alimentos sofrida por Cuba.

São 30 contêineres carregados com esses dois produtos enviados pelo governo de Daniel Ortega, um antigo aliado de Havana, verificaram jornalistas da agência de notícias AFP presentes no local.

A ilha foi muito afetada pelos efeitos associados à pandemia, que impediu a entrada de turistas, e pelo endurecimento do embargo americano.

tags: em foco

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Mundo

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

1 Comentário
mais recentes
mais antigos Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
Paulo Ricardo Menegaz
12 de agosto de 2021 00:34

Exemplo de país destruído pelo comunismo e ditadura.
Mas atentem que o porto que funciona é o de Mariel, financiado pelo Lula com nosso dinheiro.
Já viram a capacidade do país em pagar…
Não tem nem como alimentar seu povo.

Guardada por 40 anos, fatia do bolo de casamento da princesa Diana com o príncipe Charles é arrematada por R$ 13 mil
Saiba como Nova York está mudando os restaurantes ao ar livre para se adaptar ao “novo normal”
Pode te interessar
1
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x