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Economia Dólar cai e fecha a R$ 5,14; Bolsa brasileira sobe

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A guerra no Oriente Médio seguiu no centro das atenções dos investidores. (Foto: Freepik)

A guerra no Oriente Médio seguiu no centro das atenções dos investidores.

Foto: Freepik
A guerra no Oriente Médio seguiu no centro das atenções dos investidores. (Foto: Freepik)

O dólar fechou em queda de 0,25% nessa segunda (6), cotado a R$ 5,1464. Já a Bolsa brasileira avançou 0,06%, aos 188.162 pontos. A guerra no Oriente Médio seguiu no centro das atenções dos investidores. Mesmo após Estados Unidos e Irã negarem um cessar-fogo, a percepção de que o conflito não deve voltar a escalar no curto prazo ajudou a sustentar o desempenho positivo dos mercados.

Em meio ao impasse, o governo iraniano apresentou uma contraproposta para a suspensão das hostilidades. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a elogiar o plano, mas afirmou que ele ainda não é suficiente.

O Irã, por sua vez, rejeitou a proposta paquistanesa por defender um encerramento definitivo do conflito, e não apenas uma trégua temporária — que, segundo Teerã, poderia abrir espaço para a reorganização de adversários e novos ataques.

Em entrevista a jornalistas, Trump afirmou que os Estados Unidos poderiam tomar “o Irã inteiro em apenas uma noite”. Disse ainda que, caso não haja acordo, “todas as pontes no Irã vão ser dizimadas à meia-noite de terça-feira” e que “todas as usinas de energia estarão demolidas”.

No cenário doméstico, o boletim Focus indicou nova revisão para cima nas expectativas de inflação. A mediana para o IPCA de 2026 subiu para 4,36%, marcando a quarta alta consecutiva nas projeções de economistas consultados pelo Banco Central.

A alta do petróleo também pressiona o querosene de aviação, um dos principais custos das companhias aéreas. Com isso, há expectativa de aumento nas passagens, que pode chegar a 20%.

Para tentar conter esse impacto, o governo federal anunciou um pacote de medidas. Entre elas, estão a zeragem de PIS/Cofins para empresas aéreas, com economia estimada de R$ 0,07 por litro de combustível, e a prorrogação do pagamento das tarifas de navegação aérea, que serão quitadas apenas em dezembro.

Também foram abertas duas linhas de crédito. A principal delas utiliza recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), com limite de até R$ 2,5 bilhões por empresa, voltada à reestruturação financeira do setor. Os financiamentos serão operados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou por instituições habilitadas.

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