Sexta-feira, 17 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 1 de janeiro de 2025
Quando são consideradas as 31 principais moedas internacionais, o real teve um dos piores desempenhos.
Foto: Valter Campanato/Agência BrasilO dólar comercial encerrou o ano de 2024 em alta de 27,35% frente ao real, na maior disparada desde 2020, na pandemia de covid, quando o aumento foi de 29,36%. Quando são consideradas as 31 principais moedas internacionais, o real tem um dos piores desempenhos, mostra levantamento da Bloomberg. Só é comparável à desvalorização do peso argentino. Aqui, o real se desvalorizou em 21,47% frente ao dólar. Já a moeda do país vizinho perdeu 21,6% de seu valor frente à divisa americana este ano.
Na última sessão do dólar no ano, a moeda norte-americana encerrou a segunda-feira (30) em baixa de 0,22%, aos R$ 6,1797. Na data, o Banco Central (BC) realizou uma nova intervenção no mercado de câmbio à vista, injetando US$ 1,8 bilhão. Foi a 14ª atuação da autoridade monetária em dezembro, em dezoito dias de negociação, sendo a dessa segunda a nona no mercado à vista (quando não há compromisso de recompra dos dólares pelo Banco Central, como no leilão de linha).
A moeda brasileira também teve um desempenho pior do que o rublo russo, que perdeu 17,08% frente o dólar. Moedas de países emergentes, como a brasileira, cederam menos: o peso mexicano registrou 17,94% de desvalorização, enquanto o rand, da África do Sul, se desvalorizou 2,17% na comparação com a moeda americana em 2024.
O último dia do mês é tradicionalmente conhecido como um dia em que há a formação da PTAX, taxa que é usada para diversos contratos cambiais com vencimento em janeiro.
“Não há muito fluxo. A tendência é permanecer em baixa liquidez”, afirma Douglas Ferreira, diretor da mesa de câmbio da Planner Investimentos. Para ele, a moeda deve seguir em instabilidades nos próximos dias por conta da crise das emendas parlamentares:
“Essa falta de conexão entre Executivo, Legislativo e Judiciário causa um certo barulho no mercado, principalmente com investidores estrangeiros. Cada vez que tem situação como essa, de divergência de poderes no Brasil, o investidor estrangeiro fica receoso”, ele diz.
O analista aponta outros fatores, como a aproximação da posse de Trump no cargo de presidente americano, como propulsor para a valorização do dólar frente a outras moedas.
Na última semana foram divulgadas as estatísticas das contas públicas de novembro do BC, que mostraram um déficit primário de 1,65% do PIB nos últimos 12 meses. A dívida líquida do setor público caiu para 61,2% do PIB.
O último boletim Focus de 2024, por sua vez, apontou uma alta nas previsões do mercado financeiro para a cotação do dólar no fim de 2025. A estimativa agora é de uma cotação de R$ 5,96, contra R$ 5,90 no fim da semana passada.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
Tu deve estar com o teu “popô” em festa, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
A narrativa pessimista da extrema direita não colou, o povo tá em FESTA.
O rebote vai ser no teu pôpô, kkkkkkkk
Só aguardar o efeito rebote da alta histórica do Dólar nos preços, culpa única e exclusiva desta DESGRAÇA de DESgoverno lulopetista PERDULÁRIO, destruidor da responsabilidade fiscal e saqueador do dinheiro público.
Quem fez o 👆 e vai sentir o impacto no próprio bolso agora só resta fazer o 👎 👎👎👎👎👎👎👎👎👎
A casa grande esperneia, quer impeachment, sobe o dólar… mas Lula continua firme com seus compromissos com o povo assalariado… Parabéns LULA!!!!
O país entrando em crise, enquanto alguns aplaudem o “estadista” gastador e sua equipe incompetente, sem falar da alta da corrupção. O fanatismo faz com que algumas pessoas enxerguem de tudo, menos a verdade.Como um país assim pode dar certo?
Brasil figura entre os dez países com maior crescimento nas reservas cambiais em 2024
O país aumentou seus ativos em US$ 31,7 bilhões, destacando-se entre as economias com maior crescimento no setor
02 de janeiro de 2025, 07:46 h
Confiança do empresariado no momento é a mais alta desde 2013
O Índice de Situação Empresarial, calculado pelo FGV IBRE, avançou 0,7 ponto em dezembro de 2024