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Economia Dólar fecha em alta com a maior cotação desde julho

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Moeda norte-americana encerrou o dia vendida a R$ 5,3950. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O dólar voltou a fechar em alta nesta quinta-feira (29), após dois dias de trégua, e renovou a máxima desde julho. O mercado esteve de olho nas novas estimativas feitas pelo Banco Central para a economia brasileira, e no aumento das tensões na Ucrânia e na crise energética na Europa.

A moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 0,87%, vendida da R$ 5,3950 – a maior cotação desde 22 de julho (R$ 5,4977). Na máxima do dia, chegou a alcançar R$ 5,4287.

Por aqui, os mercados avaliaram o relatório de inflação divulgado mais cedo pelo Banco Central, que passou a estimar uma alta de 2,7% no PIB deste ano, acima dos 1,7% esperados antes. Já para o próximo ano a expectativa é de uma alta menor, de 1%.

O BC também revisou de 8,8%, em junho, para 5,8%, sua estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial, para este ano. Para o ano de 2023, entretanto, cresceu a probabilidade de estouro da meta de inflação.

Ainda por aqui, a Fundação Getulio Vargas (FGV) anunciou mais cedo que o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M, conhecida como inflação do aluguel) ficou em -0,95% em setembro, no segundo mês seguido de deflação. Já as confianças do comércio e dos serviços tiveram alta.

Por fim, o Ministério do Trabalho e Previdência informou que o Brasil gerou 278.639 empregos com carteira assinada em agosto deste ano. O dado consta do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e representa o saldo líquido (contratações menos demissões) da geração de empregos formais.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Previdência, 1,85 milhão de vagas formais de emprego foram criadas no país entre janeiro e agosto.

Influência externa

Na Europa, a tensão cresce com o anúncio da Rússia de que irá anexar quatro regiões ocupadas da Ucrânia — aumentando os temores sobre a crise energética na Europa.

Além disso, a calma oferecida pela decisão do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) de comprar títulos governamentais de longo prazo para estabilizar a turbulência nos mercados, provocada por um novo plano econômico do governo, durou pouco.

Os índices de ações dos Estados Unidos caíam acentuadamente nesta quinta-feira, com as preocupações sobre uma desaceleração econômica global devido a aumentos agressivos dos juros pelos bancos centrais e os riscos de potencial contágio de turbulência nos mercados do Reino Unido elevando a aversão a risco.

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