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Economia Dólar fecha a R$ 4,95, menor valor em mais de dois anos; Bolsa brasileira sobe

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 A moeda americana foi pressionada por uma combinação de fatores

Foto: Reprodução
 A moeda americana foi pressionada por uma combinação de fatores. (Foto: Reprodução)

O dólar encerrou as negociações dessa quinta-feira (30), véspera do feriado do Dia do Trabalhador, em forte queda, no menor patamar desde março de 2024. A moeda norte-americana foi pressionada por uma combinação de fatores. No fechamento, a divisa caiu 0,99%, cotada a R$ 4,95.

Entre os fatores que influenciaram a baixa estão a queda dos preços do petróleo, o tom mais “duro” do Banco Central após o corte de 0,25 ponto percentual na Selic e os desdobramentos da derrota do governo no Senado, com a rejeição do indicado ao STF, Jorge Messias.

O Brent, referência global, recuou 3,41%, cotado a US$ 114,01 por barril.

“A derrota do presidente Lula teve algum peso nas negociações, na medida em que o mercado vê na alternância política um cenário de melhora fiscal”, afirmou Beto Saadia, economista-chefe da Nomos.

No fechamento, o dólar caiu 0,99%, a R$ 4,95. Já o real se valorizou frente à moeda americana, enquanto o DXY, índice que mede a força do dólar globalmente, recuou 0,89%, aos 98,06 pontos.

Ibovespa

Após derreter na véspera, o Ibovespa encerrou em forte alta nesta quinta-feira, avançando 1,39%, aos 187.318 pontos, na esteira da melhora no apetite por risco global. O movimento levou à queda dos juros futuros e beneficiou ações ligadas à economia doméstica.

Após o corte de 0,25 ponto percentual na Selic, o Banco Central adotou um tom considerado mais “hawkish” (duro) pelos analistas, ao sinalizar uma calibragem da taxa — e não necessariamente um ciclo contínuo de cortes —, além de elevar a projeção para a inflação.

“Tivemos um pregão muito positivo em Nova York, com renovação de máximas, o que acabou puxando o desempenho das bolsas globais e favorecendo um movimento de correção do índice após dias de forte queda”, diz Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos.

Nova York

As bolsas de Nova York renovaram máximas nesta quinta-feira, caminhando para o melhor desempenho mensal desde o fim de 2020, sustentadas por sinais de força da eocnomia americana e pelo avanço dos investimentos em inteligência aritifical.

A queda do petróleo também ajudou o humor dos mercados, favorecendo os títulos públicos. Após o fechamento, a Apple divulgou receita acima das expectativas, apoiada pela demanda por iPhones e Macs.

A temporada de balanços tem reforçado o otimismo com os lucros corporativos, especialmente no setor de tecnologia. Enquanto o Google, da Alphabet, já colhe resultados dos investimentos em IA, a Meta Platforms tem ficado para trás.

“Enquanto a economia continuar crescendo e as empresas ampliarem seus lucros, as ações podem seguir em alta, mesmo com energia cara e inflação elevada”, afirmou Chris Zaccarelli, da Northlight Asset Management. (Com informações do jornal O Globo)

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