Quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
19°
Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Dólar sobe 0,4% e fecha a R$ 5,22; Bolsa cai pelo 11º pregão seguido

Compartilhe esta notícia:

Com o resultado, o dólar acumula alta de 0,04% na semana e de 3% no mês.

Foto: Freepik
Com o resultado, o dólar acumula alta de 0,04% na semana e de 3% no mês. (Foto: Freepik)

O dólar encerrou a sessão dessa terça-feira (18) em alta de 0,4%, cotado a R$ 5,2216. Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, caiu 0,27%, aos 166.335 pontos, marcando a 11ª baixa consecutiva. Com o desempenho, a moeda norte-americana acumula avanço de 0,04% na semana e de 3% no mês, enquanto, no ano, registra queda de 4,87%. O índice acionário recua 0,36% desde o início da semana e 6,55% em agosto.

O mercado operou com cautela diante do aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã, que voltou a colocar o petróleo no centro das atenções dos investidores. O principal negociador iraniano afirmou nesta terça-feira que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado até que Washington cumpra as condições previstas em um acordo provisório. Entre as exigências estão o fim do bloqueio marítimo e das sanções, além da liberação de ativos congelados.

A possibilidade de interrupção prolongada do tráfego pelo Estreito de Ormuz elevou a preocupação com a oferta global de petróleo. O barril do Brent, referência internacional, subiu 0,17%, a US$ 91,02. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, avançou 0,52%, para US$ 84,94.

No exterior, investidores também acompanharam novos indicadores da economia dos Estados Unidos. Entre os dados analisados estavam a variação semanal de empregos do relatório ADP, além de números relacionados à indústria, construção e preços de exportação.

No Brasil, o mercado continuou atento ao cenário corporativo e político. O pedido de recuperação judicial da Casas Bahia, apresentado no domingo (16) à Justiça de São Paulo, aumentou a preocupação dos investidores com a situação financeira do varejo brasileiro.

O pedido envolve a própria companhia e outras nove empresas do grupo. A medida busca reorganizar as finanças, renegociar aproximadamente R$ 17,3 bilhões em dívidas e garantir a continuidade das operações.

A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite a empresas em dificuldades financeiras renegociar dívidas sob supervisão da Justiça. O objetivo é evitar a falência e permitir a continuidade das atividades durante o processo de reestruturação financeira.

As ações da companhia também permaneceram no radar do mercado, em meio à saída de recursos estrangeiros da Bolsa brasileira e às preocupações com o desempenho do setor de varejo.

O cenário político também influenciou os negócios. A possibilidade de avanço no Senado da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 contribuiu para aumentar a cautela dos investidores. A discussão ocorre em meio às avaliações do mercado sobre os impactos da medida sobre as empresas, o emprego e as contas públicas.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

2 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
ochoavanderlei@gmail.com
18 de agosto de 2026 17:47

Parece que Brasil está virando uma Venezuela…

César
18 de agosto de 2026 20:05

A Primeira coisa sensata que o Representante da EXTREMA ESQUERDA fala. Parabéns!

Morre, aos 91 anos, a atriz gaúcha Glória Menezes
Copa feminina de 2027 terá ingressos bem mais baratos que Copa masculina
Pode te interessar
2
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x