Sexta-feira, 20 de março de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Dólar tem maior queda diária em dois anos e fecha a R$ 5,21

Compartilhe esta notícia:

Bolsa encerrou no maior nível em quase três meses.

Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Bolsa encerrou no maior nível em quase três meses. (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Em um dia de alívio nos mercados internacionais, o dólar teve a maior queda diária em dois anos e fechou no menor nível desde meados de abril. A bolsa de valores ultrapassou a barreira dos 90 mil pontos e encerrou no nível mais alto em quase três meses. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (2) vendido a R$ 5,21, com recuo de R$ 0,174 (-3,23%). A cotação operou em queda durante toda a sessão, até fechar no valor mínimo do dia. Em pontos percentuais, esse foi o maior recuo para um dia desde 8 junho de 2018.

A divisa fechou no menor nível desde 14 de abril (R$ 5,191). A moeda norte-americana acumula alta de 29,84% em 2020.

O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 5,82, com recuo de 2,67%. A libra comercial caiu 2,71% e terminou a sessão vendida a R$ 6,53.

O BC (Banco Central) interveio pouco no mercado. A autoridade monetária ofertou até US$ 620 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – venda de dólares no mercado futuro – que venceriam em julho.

Bolsa de valores

No mercado de ações, o dia foi marcado pela euforia. O Ibovespa, índice da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 91.046 pontos, com ganho de 2,74%. O índice está no maior nível desde 10 de março, véspera de a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar a pandemia global do novo coronavírus. Na ocasião, o índice tinha fechado aos 92.214 pontos.

O Ibovespa seguiu o mercado norte-americano. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, fechou a quarta-feira com alta de 1,05%. Apesar do acirramento dos protestos antirracistas nos Estados Unidos, os investidores reagiram à queda de novos casos de Covid-19 em regiões norte-americanas e em países europeus.

Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Governo estadual entra com ação contra o governo federal no Supremo para impedir cobrança em duplicidade
Nova sede de atendimento remoto do Santander vai gerar 4,5 mil empregos
Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Pode te interessar