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Brasil Dólar volta a subir e se aproxima de R$ 4,75

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Com o desempenho desta quinta, a moeda norte-americana acumula queda de apenas 0,42% em abril.

Foto: Agência Brasil
O valor da ajuda americana à Ucrânia está batendo em US$ 1,1 bilhão em despesas diretas. (Foto: Agência Brasil)

O dólar aproximou-se, nesta quinta-feira (7), de R$ 4,75 e praticamente anulou a queda observada em abril. A bolsa de valores interrompeu uma sequência de três quedas consecutivas e subiu puxada pelas ações da Petrobras e pelas bolsas norte-americanas.

O dólar comercial encerrou vendido a R$ 4,741, com alta de 0,56%. Com o desempenho desta quinta, a moeda norte-americana acumula queda de apenas 0,42% em abril. Em 2022, a divisa registra recuo de 14,97%.

O mercado de ações teve um dia de recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 118.862 pontos, com alta de 0,54%. Após operar em baixa durante a maior parte do dia, o indicador recuperou-se perto do fim da sessão, influenciado pela alta das bolsas norte-americanas e pelas ações da Petrobras, que subiram após a definição do futuro presidente da estatal.

A indicação do ex-secretário do Ministério de Minas e Energia José Mauro Ferreira Coelho para ser o novo presidente da Petrobras foi bem recebida pelos investidores. As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) da companhia subiram 5,18%. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) valorizaram-se 5,22%. Ações mais negociadas na bolsa, os papéis da Petrobras têm o maior peso no índice Ibovespa.

No plano internacional, o dólar continuou a subir perante as principais moedas após a divulgação de que os pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos caíram na semana passada. Para parte dos investidores, isso sugere que o mercado de trabalho está perto da saturação e que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) pode aumentar os juros em 0,5 ponto percentual na próxima reunião, em maio. Taxas mais altas em economias avançadas acarretam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil.

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