Sexta-feira, 10 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 31 de março de 2017
O procurador-geral americano, Jeff Sessions, ameaçou com cortes de fundos, na segunda-feira (27), as cidades que não cooperam com as ações federais para deportar imigrantes. As chamadas cidades-santuário determinam que a polícia local não atue como órgão de controle migratório, negando ajuda às forças federais na identificação de imigrantes em situação irregular. Atualmente, há cerca de 300 santuários em todo os Estados Unidos.
Sessions disse que as cidades-santuário são obrigadas a respeitar o estatuto número 1.373, que estabelece que para receber recursos de fontes federais, tais jurisdições não podem adotar regras locais que limitam a comunicação de informações sobre a situação migratória de indivíduos.
Pouco depois do discurso de Sessions, Eric Garcetti, prefeito da cidade de Los Angeles, um enorme santuário para imigrantes em situação irregular, criticou as ameaças, alegando que os valores da sua cidade não estão à venda.
Em janeiro, a prefeitura de São Francisco – onde residem cerca de 30 mil imigrantes em situação irregular – iniciou um processo contra o governo federal depois que o presidente Donald Trump determinou o corte de recursos federais para essa cidade. (AG)
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