Domingo, 05 de Abril de 2020

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Notícias Durante palestra na Federasul, o prefeito de Porto Alegre ressaltou os principais desafios da cidade

Reunião-almoço contou com a presença do governador Eduardo Leite (E). (Foto: Cesar Lopes/PMPA)

A conclusão de grandes obras está entre os principais desafios a serem vencidos para garantir uma melhor qualidade de vida aos cerca de 1,5 milhão de porto-alegrenses. Esse foi o mote da palestra do prefeito Nelson Marchezan Júnior na edição dessa quarta-feira da tradicional reunião-almoço “Tá na Mesa”, promovida pela Federasul (Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul). Dentre os convidados estava o governador gaúcho Eduardo Leite.

“Os governos mudam, mas os desafios continuam os mesmos. A responsabilidade de construir o futuro da nossa cidade é de todos nós”, sublinhou, mencionando a necessidade de conclusão de obras como as da Copa do Mundo de 2014, a ampliação do Aeroporto Salgado Filho e a nova ponte do Guaíba). Ele também defendeu a ampliação dos processos de desestatização como item fundamental em seu modelo de gestão.

Na avaliação do chefe do Executivo municipal, as parcerias com a iniciativa privada nas áreas da educação, saúde e cultura terão avanços este ano. Na educação, um dos anúncios a serem feitos pela prefeitura é a inauguração de mais uma escola contratualizada de Educação Básica, a exemplo da Pequena Casa da Criança, que atende 350 alunos de Educação Infantil e Educação Fundamental.

“Eu desafio a rede privada a administrar uma escola pública com 400 alunos. Precisamos da ajuda das instituições”, prosseguiu. A proposta foi aceita pelo presidente do Sinepe (Sindicato do Ensino Privado do Rio Grande do Sul), Bruno Eizerik.

Outros modelos de parcerias público-privadas também estão em andamento para obras e instalações: relógios de rua, toponímicos, abrigos de ônibus, Mercado Público, iluminação pública, logística reversa, água e esgoto, entre outros.

Reformas

O prefeito também aproveitou para destacar a necessidade da aprovação de reformas para que a máquina pública de um município com as dimensões de Porto Alegre tenha condições de investir em serviços básicos e honrar compromissos relativos à folha do funcionalismo.

“Se aprovarmos as propostas, já no primeiro ano de mandato o próximo prefeito terá condições de pagar em dia servidores e fornecedores”, projetou Marchezan, chamando a atenção para o fato de que há 20 anos a cidade encerra o ano fiscal com déficit. “Em algum momento, teremos que mudar para proporcionar maior qualidade de vida aos porto-alegrenses”.

Sobre os avanços de seus dois primeiros anos à frente do governo da capital gaúcha, ele ele citou alguns avanços na área da saúde. Dentre eles, a ampliação do horário estendido em quatro unidades de saúde, a oferta de leitos, contratos mais transparentes e a Telemedicina, que zerou a fila de espera por consultas dermatológicas: “A prefeitura de Porto Alegre atendeu mais de 3 mil pessoas por mês em cada unidade, com ampliação do serviço das 17h às 22h”.

(Marcello Campos)

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