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Flávio Pereira Eduardo Leite saúda decisão do MDB nacional de forçar aliança no RS

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Aliança Simone Tebet e Tasso Jereissati custa a candidatura do MDB ao governo gaúcho, decidem caciques. (Foto: Divulgação/Senado Federal)

Indiferente ao clima tenso criado dentro do MDB gaúcho, o ex-governador Eduardo Leite que acompanha tudo nos bastidores, saudou ontem a decisão da executiva nacional do MDB, de forçar o MDB regional a desistir da candidatura própria ao governo do Estado, e aliar-se ao projeto tucano. Eduardo Leite saudou ainda o deputado Gabriel Souza, atual pré-candidato do MDB ao governo, mas disse respeitar a autonomia do partido.

“Recebo a posição do MDB Nacional como demonstração de sinergia com o espírito que moveu o PSDB a abrir mão de candidatura própria à presidência. Estamos diante de eleição que exige conjugação de forças no centro para enfrentar polos de radicalização. Confio em nossa capacidade de composição em torno de um projeto para o futuro do Rio Grande do Sul Independentemente do caminho que vierem a escolher, manifesto meu respeito ao deputado Gabriel Souza e sua pré-candidatura.”

Eduardo Leite telefonou para Gabriel Souza

Após a decisão do MDB nacional, reunião da qual ele não participou, o deputado Gabriel Souza, pré-candidato do MDB ao governo, relata ter recebido ontem um telefonema de Eduardo Leite: “Disse a ele que temos candidatura própria, mas jamais deixaríamos de conversar com quem quer que seja. Essa é a essência da política.”

Cezar Schirmer não vê autoridade no MDB nacional

Ex-presidente do MDB, Cezar Schirmer, que chegou a apresentar-se como pré-candidato ao governo, para assegurar protagonismo do partido na eleição estadual, manifestou-se na sua conta pessoal do twitter: “A direção nacional do MDB não tem autoridade política, nem legitimidade para tentar impor sua vontade às bases do MDB gaúcho. O MDB deve ter candidato próprio ao Piratini. Abrir mão da candidatura é trair nossa história, comprometer nosso futuro. O maior partido do estado não pode abdicar de oferecer ao nosso povo um projeto inovador, diferenciado, desenvolvimentista e que faça o RS voltar a ser grande.”

MDB gaúcho não vai aceitar imposição de apoio a Eduardo Leite

O MDB gaúcho prepara-se para um embate inesperado. A executiva nacional, que havia sinalizado com a exceção da candidatura gaúcha na aliança com o PSDB, voltou atrás. Ontem, uma determinação sucinta, obriga o MDB gaúcho a desistir da candidatura própria, e alinhar-se à pré-candidatura de Eduardo Leite. Naturalmente, a executiva nacional do MDB desconhece as peculiaridades locais, e o desgaste severo que a imagem do ex-governador Eduardo Leite vem sofrendo em razão de sucessivos erros cometidos por ele.

Fábio Branco reafirma autonomia local

O presidente do MDB gaúcho, Fábio Branco, neste episódio ficou ao lado dos companheiros gaúchos. E reafirmou que o MDB vai convocar sua executiva para decidir se manterá candidatura própria ao governo do Estado. O que diz Fábio Branco: “Respeito a decisão do MDB nacional, mas a decisão sobre as eleições no Rio Grande do Sul será do MDB gaúcho.”

Fechando a torneira do Fundo Eleitoral

A direção nacional do partido sinaliza para uma derradeira medida, caso não ocorra o entendimento: fechar a torneira do Fundo Eleitoral para o MDB gaúcho. Sem dinheiro, a candidatura própria fica inviabilizada.

Mais um susto em Brasília

Outro susto em Brasília, quem sofreu foi o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo. Enquanto fazia uma corrida no parque da cidade, foi abordado por um assaltante que, visivelmente drogado, o ameaçou com uma faca. Melo entregou o telefone celular.

O ex-presidiário Lula e o roubo de celulares

Sobre o tema, o ex-presidiário Lula defendeu em abril, em encontro com partidários, uma ideia, segundo a qual celulares são roubados “para ganhar um dinheirinho” e depois ir para “o bar tomar cerveja juntos”. Em maio, reafirmou que “tem uma juventude enorme que, por falta de perspectiva, às vezes é presa roubando um celular”.

Senador Heinze com problemas de Saúde

Pré-candidato do PP ao governo do Estado, o senador Luis Carlos Heinze não compareceu a um debate em uma rádioweb ontem. Sua assessoria informou que o senador encontrava-se com problemas de saúde. O partido não emitiu nenhuma informação a respeito. Consultado, o ex-governador Jair Soares informou à coluna que conversou com Heinze, que está acometido de forte gripe, o que o deixa afônico para entrevistas a emissoras de rádio. A boa notícia, segundo Jair Soares, é que Heinze testou negativo para covid.

Governo vai acompanhar queda no preço da gasolina

Embora respeite a livre concorrência, o governo vai editar uma tabela com os preços esperados dos combustíveis em cada estado após a sanção da lei que limita a tributação estadual. A informação foi trazida ontem pelo ministro de Minas e Energia Adolfo Sachsida, ao falar à Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados. Onze estados, incluindo o Rio Grande do Sul, e o Distrito Federal questionam a redução dos impostos estaduais no Supremo Tribunal Federal. Segundo o ministro, o preço da gasolina “tem que cair, em média, de R$ 7,39 para R$ 5,84”.

Uma mulher no comando da Caixa

Os erros graves de Pedro Guimarães na rotina de trabalho acabam criando em boa hora a oportunidade para que o governo coloque no comando da Caixa uma mulher com experiência em alta gestão. Braço-direito de longa data do Ministro da Economia, Paulo Guedes, Daniella Marques chefia atualmente a secretaria especial de produtividade e competitividade da pasta.

 

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